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dc.creatorAraújo, Bruna Francielli Oliveira-
dc.date.accessioned2026-09-04T17:52:22Z-
dc.date.available2026-09-04-
dc.date.available2026-09-04T17:52:22Z-
dc.date.issued2026-12-19-
dc.identifier.citationARAÚJO, Bruna Francielli Oliveira. Ana Jansen no imaginário maranhense. 2025. 65 f. Monografia (Graduação em História Licenciatura) - Universidade Estadual do Maranhão, São Luís, 2025. Disponível em: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6621pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6621-
dc.description.abstractIn nineteenth-century Maranhão, under the strong influence of patriarchy, women were conditioned to private spaces centered on the family. Ana Jansen stands out as one of the province's largest merchants and slave owners, breaking with social norms by exercising economic power and engaging in politics within the “Bem-te-vi” party, which triggered a conservative backlash that resulted in the construction of myth an image portraying her as a supernatural and cruel figure. This study aims to understand how this myth functioned as a mechanism to disqualify female presence in spaces of power, consolidating a negative memory that persists to the present day. Specifically, it analyzes the sociocultural conditions that defined gender roles in nineteenth-century Maranhão society; examines how Ana Jansen's singular trajectory led to the pejorative mythification of her image; and highlights her historical protagonism in contrast to the processes of constructing her memory. This is a qualitative, descriptive, and analytical research based on the analysis of historical sources, urban legends, and oral narratives present in interviews conducted for Novaes (2012) doctoral thesis and in the documentary “Me chame de Donana Jansen”. It was concluded that the myth served a symbolicpunitive function, reinforcing the exclusion of women from public spaces of power and maintaining a dualistic memory—between the collective and the individual/familial.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAna Jansenpt_BR
dc.subjectPoderpt_BR
dc.subjectMitopt_BR
dc.subjectMemóriapt_BR
dc.subjectGêneropt_BR
dc.subjectPolítica maranhensept_BR
dc.subjectMaranhão - século XIXpt_BR
dc.subjectEscravidãopt_BR
dc.subjectPartido Bem-ti-vipt_BR
dc.subjectMaranhão oitocentistapt_BR
dc.subjectSociedade maranhensept_BR
dc.subjectDonana Jansenpt_BR
dc.subjectMulher - políticapt_BR
dc.subjectPapel feminimopt_BR
dc.subjectPatriarcadopt_BR
dc.subjectPowerpt_BR
dc.subjectMythpt_BR
dc.subjectMemorypt_BR
dc.subjectGenderpt_BR
dc.subjectMaranhão politicspt_BR
dc.subjectMaranhão – 19th centurypt_BR
dc.subjectSlaverypt_BR
dc.subjectMaranhão societypt_BR
dc.subjectWomen in politicspt_BR
dc.subjectWomen's rolept_BR
dc.titleAna Jansen no imaginário maranhensept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.IDARAÚJO, B. F. O.pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8707720692510107pt_BR
dc.contributor.advisor1Abrantes, Elizabeth Sousa-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-4087-0057pt_BR
dc.contributor.advisor1IDABRANTES, E. Spt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7559467621216584pt_BR
dc.contributor.referee1Morais, Elisângela Coelho-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-0978-5628pt_BR
dc.contributor.referee1IDMORAIS, E. C.pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2030145490693150pt_BR
dc.contributor.referee2Mateus, Natasha Nickolly Alhadef Sampaio-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-9634-665Xpt_BR
dc.contributor.referee2IDMATEUS, N. N. A. Spt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2222722800681992pt_BR
dc.description.resumoNo Maranhão do século XIX, sob forte influência do patriarcado, as mulheres eram condicionadas aos espaços privados, voltadas à família. Ana Jansen se destaca como uma das maiores comerciante e proprietária de escravizados da província, rompendo com as normas ao exercer poder econômico e político no partido “Bem-te-vi”, desencadeando uma reação conservadora que resultou na construção do mito que a transforma em uma figura sobrenatural e cruel. Este estudo visa compreender como esse mito funcionou como mecanismo de desqualificação da presença feminina nos espaços de poder, consolidando uma memória negativa até a atualidade. Especificamente, analisa-se os condicionantes socioculturais que definiam os papéis de gênero na sociedade maranhense oitocentista; examina-se de que forma a trajetória singular de Ana Jansen desencadeou a mitificação pejorativa de sua imagem; e destaca-se seu protagonismo histórico em contraste com os processos de construção de sua memória. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva e analítica, baseada na análise de fontes históricas, lendas urbanas, narrativas orais presentes em entrevistas realizadas na tese de doutorado de Novaes (2012) e no documentário “Me chame de Donana Jansen”. Concluiu-se que o mito cumpriu função punitiva simbólica, reforçando a exclusão das mulheres dos espaços públicos de poder e mantendo viva uma memória dualista, entre a coletiva e individual/familiar.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus São Luis Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais – CECENpt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqHistóriapt_BR
dc.subject.cnpqCiências Humanaspt_BR
dc.subject.cnpqHistória do Brasilpt_BR
dc.identifier.rorhttps://ror.org/04ja5n907-
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