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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Elandia Albuquerque da-
dc.date.accessioned2026-01-22T12:58:58Z-
dc.date.available2026-01-22-
dc.date.available2026-01-22T12:58:58Z-
dc.date.issued2024-08-19-
dc.identifier.citationSILVA, Elandia Albuquerque da. O preconceito linguístico na rede social digital Instagram: um estudo de caso do Perfil Quebrando o Tabu. 2024. 49f. Monografia (Curso Licenciatura em Letras Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa) - Campus de Itapecuru-Mirim, Universidade Estadual do Maranhão, Itapecuru-Mirim - MA, 2024. Disponível em: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/5778pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/5778-
dc.description.abstractThis monograph addresses linguistic prejudice and its manifestations in society. This prejudice involves the inappropriate comparison of people's actual way of speaking with prescriptive grammar. To this end, this research aimed to analyze linguistic prejudice on the Instagram digital network, specifically a post from the "Quebrando o Tabu" profile and the comments on that post. To achieve this objective, we used the studies of Bagno (1999), who proposes eight myths about language, that is, about linguistic prejudice, which were essential for this work; Tarallo (2007), who highlights that the variants of a speech community are always in a relationship of competition: standard vs. non-standard; conservative vs. innovative; in addition, we worked with the authors Santos, Maria, and Lavareda (2019), who reflect on linguistic prejudice and digital media; among other scholars who contributed to this work. To achieve our objectives, we used an exploratory, descriptive, and qualitative research method. During the analysis, it was possible to perceive that language is used as a space of domination and accentuates class divisions, with linguistic prejudice being a result of social strata, where the Portuguese considered correct is used by the dominant class and the Portuguese considered incorrect is used by the less favored class. Linguistic variation or different ways of speaking are interpreted as a result of illiteracy, a view that was blatantly exposed in the post from the profile "Breaking the Taboo". Therefore, we can affirm that linguistic prejudice is a vicious cycle that is constantly reproduced throughout society.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectpreconceito linguísticopt_BR
dc.subjectvariação linguísticapt_BR
dc.subjectInstagrampt_BR
dc.subjectQuebrando o Tabupt_BR
dc.subjectpreconceito linguísticopt_BR
dc.subjectrede socialpt_BR
dc.subjectinstagrampt_BR
dc.subjectmídias digitaispt_BR
dc.titleO preconceito linguístico na rede social digital Instagram: um estudo de caso do Perfil Quebrando o Tabupt_BR
dc.title.alternativeLinguistic prejudice on the Instagram social network: a case study from the Breaking the Taboo profilept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.IDSilva, E. A.pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0574389635986584pt_BR
dc.contributor.advisor1Silva, Claudiene Diniz da-
dc.contributor.advisor1IDSILVA, C. D.pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7082902445869071pt_BR
dc.contributor.referee1Santos, Leandro de Assis Nascimento dos-
dc.contributor.referee1IDSANTOS, L. A. N.pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2738952561011479pt_BR
dc.contributor.referee2Araújo, Suzane Castro de-
dc.contributor.referee2IDAraújo, S. C. dept_BR
dc.description.resumoEsta monografia aborda o preconceito linguístico e suas manifestações na sociedade. O qual trata-se da comparação indevida do modo real de fala das pessoas com a gramática normativa. Para isso, esta pesquisa teve como objetivo analisar o preconceito linguístico na rede digital Instagram, especificamente um post do perfil quebrando o Tabu e os comentários na respectiva postagem. Para alcançar tal objetivo utilizaram-se os estudos de Bagno (1999), que propõe oito mitos sobre a língua, isto é, para o preconceito linguístico, que foram essenciais para este trabalho; Tarallo (2007), destaca que as variantes de uma comunidade de fala encontram-se sempre em relação de concorrência: padrão vs. não 3 padrões; conservadoras vs. Inovadoras; além disso, trabalhamos com os autores Santos, Maria, Lavareda (2019), que refletem sobre o preconceito linguístico e as mídias digitais; entre outros estudiosos que contribuíram para este trabalho. Para alcançar nossos objetivos utilizamos o método de pesquisa exploratório, descritivo e qualitativo. Durante a análise, foi possível perceber que a língua é utilizada como espaço de dominação e acentua a divisão de classes, sendo o preconceito linguístico resultado dos estratos sociais, onde o Português dado como certo é usado pela classe dominante e o dado como errado, utilizado pela classe menos favorecida. A variação linguística ou os diferentes modos de fala são interpretados como resultado do analfabetismo, visão esta que ficou escancarada no post do perfil quebrando o tabu. Diante disso, podemos afirmar que o preconceito linguístico é um círculo vicioso que vai sendo reproduzido constantemente por toda a sociedadept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Itapecuru – Mirimpt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqLinguísticapt_BR
dc.subject.cnpqLinguística, Letras e Artespt_BR
Aparece nas coleções:Curso de Licenciatura em Letras Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa - Campus Itapecuru-Mirim UEMA - Monografias



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