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Título: Indução de resistência no manejo da fusariose do tomateiro em São Luis-MA
Autor(es): Campos Neto, José Ribamar Muniz
Palavras-chave: Solanum lycopersicum L
Indutores abióticos
Atividade enzimática.
Data do documento: 22-Jun-2013
Editor: UEMA
Resumo: O tomateiro (Solanum lycopersicon L.) é afetado por diversas doenças fúngicas dentre elas a murcha de fusário causada por Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici Snyder & Hansen. No Maranhão, o agricultor familiar utiliza de forma inadequada grande quantidade de agroquímicos no controle de fitopatógenos, principalmente na cultura o tomateiro, resultando em impactos ambientais e sociais na área produtora do Estado, necessitando-se de uma inversão desse quadro. é crescente o interesse por meios viáveis e eficientes no controle de fitopatógenos e os indutores de resistência têm mostrado resultados eficientes e promissores. Com o objetivo de estudar a indução de resistência como controle da fusariose do tomateiro utilizou-se os produtos comerciais ASM, Agro-Mos, Quitosana, Biopirol e óleo de Nim sobre crescimento micelial e esporulação de F. oxysporum f. sp. lycopersici e na indução de resistência do tomateiro à fusariose, através da expressão de atividade de enzimas relacionadas ao processo indutivo, tais como: peroxidase, polifenoloxidase e β-1,3-glucanase. Para a avaliação do crescimento micelial e esporulação, adicionou-se diferentes concentrações dos produtos em meio de cultura Batata-Dextrose-Agar (BDA), efetuando-se a repicagem do patógeno, cuja avaliação ocorreu após 10 dias. O experimento “in vivo” foi implantado em casa de vegetação. Pulverizou-se os produtos no primeiro par de folhas até o ponto de escorrimento em plantas de tomateiro da variedade Santa Cruz, com 25 dias de idade.. A inoculação do patógeno ocorreu cinco dias após a indução na concentração de 1 x 106 conídios/ml. Avaliou-se a severidade da doença com base em escala de notas. A atividade enzimática foi determinada seguindo de protocolo específico para cada enzima. Os resultados demonstram que o óleo de Nim controlou o crescimento micelial e esporulação do patógeno, enquanto que o ASM influenciou na esporulação. Foi verificada a redução da severidade da Fusariose do tomateiro. Dentre os produtos, destacaram-se o óleo de Nim, Agro-Mos e Biopirol pela expressão significante de Peroxidase, Polifenoloxidase e β-1,3-glucanase, respectivamente.
Descrição: 82 f.Dissertação (Mestrado) - Curso de Agroecologia, Universidade Estadual do Maranhão, São Luis, 2013Orientador: Profa. Antônia Alice Costa Rodrigues
URI: http://repositorio.uema.br/handle/123456789/285
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