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dc.creatorAraújo, Larissa Serejo de-
dc.date.accessioned2026-09-10T17:51:14Z-
dc.date.available2026-09-10-
dc.date.available2026-09-10T17:51:14Z-
dc.date.issued2025-12-17-
dc.identifier.citationARAÚJO, Larissa Serejo de. Territórios em conflito: a luta camponesa no Vale do Pindaré durante a Ditadura Civil-Militar sob os olhares do DOPS e da CPT (1975-1985). 2025. 95 f. Monografia (Graduação em História Licenciatura) - Universidade Estadual do Maranhão, São Luís, 2025. Disponível em: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6661pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6661-
dc.description.abstractThe 1964 civil-military coup initiated the implementation of a nationwide economic liberalization project. Therefore, unclaimed lands became a target for Brazilian businesses and large multinational corporations. In the state of Maranhão, this process intensified with the enactment of Law No. 2,979 of June 17, 1960, known as the Sarney Land Law, which normalized land grabbing and integrated Maranhão into the project already underway throughout the country, using ideas such as "development" and "industrialization" to justify these criminal practices. This work analyzes the land conflicts that occurred in the Pindaré Valley, Maranhão, between 1975 and 1985, highlighting the relationships between the authoritarian state, large landowners, repressive organs, and forms of peasant resistance during the Brazilian Civil-Military Dictatorship. To this end, two central and contrasting sets of documents are analyzed: the archives of the Department of Political and Social Order of Maranhão (DOPS/MA), which express the actions of the repressive apparatus and the criminalization of rural workers, and the documentation of the Pastoral Land Commission of Maranhão (CPT/MA), which records complaints, monitoring, and forms of resistance by peasant communities. Through dialogue with authors such as E. P. Thompson, James C. Scott, Martins, and Medeiros, the study shows that violence in the countryside was structured by both state and private actions, involving gunmen, police agencies, and agribusiness companies. Furthermore, it demonstrates that, even in the face of repression, peasants produced diverse forms of resistance—both explicit and subterranean— that reaffirm their historical agency. By articulating state and ecclesiastical sources, the work reveals the contradictions, silences, and disputes over narratives present in the documentation, contributing to an understanding of the dictatorship in rural Maranhão and the role of memory in reconstructing the struggles for land.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDitadura Civil-Militarpt_BR
dc.subjectConflitos fundiários - Maranhãopt_BR
dc.subjectVale do Pindaré - Maranhãopt_BR
dc.subjectDelegacia de Ordem Política e Social do Maranhão - DOPS MApt_BR
dc.subjectComissão Pastoral da Terra do Maranhão - CPT MApt_BR
dc.subjectGolpe militar de 1964pt_BR
dc.subjectLei de Terras Sarneypt_BR
dc.subjectGrilagempt_BR
dc.subjectResistência camponesapt_BR
dc.subjectLuta pela terrapt_BR
dc.subjectViolência no campopt_BR
dc.subjectLei de Segurança Nacionalpt_BR
dc.subjectMaranhão Novopt_BR
dc.subjectExpropriação de terraspt_BR
dc.subjectPolíticas fundiáriaspt_BR
dc.subjectGoverno José Sarneypt_BR
dc.subjectOeste maranhensept_BR
dc.subjectPovoado Sucuruizinho - Santa Luzia - Maranhãopt_BR
dc.subjectPosseirospt_BR
dc.subjectCivil-Military Dictatorshippt_BR
dc.subjectLand Conflictspt_BR
dc.subjectPindaré Valleypt_BR
dc.subjectPastoral Land Commissionpt_BR
dc.subjectMaranhão Department of Political and Social Orderpt_BR
dc.subject1964 military couppt_BR
dc.subjectSarney Land Lawpt_BR
dc.subjectLand grabbingpt_BR
dc.subjectPeasant resistancept_BR
dc.subjectStruggle for landpt_BR
dc.subjectRural violencept_BR
dc.subjectNational Security Lawpt_BR
dc.subjectMaranhão Novopt_BR
dc.subjectLand expropriationpt_BR
dc.subjectJosé Sarney administrationpt_BR
dc.subjectWestern Maranhãopt_BR
dc.subjectSucuruizinho Settlement – ​​Santa Luzia – Maranhãopt_BR
dc.subjectSquatterspt_BR
dc.titleTerritórios em conflito: a luta camponesa no Vale do Pindaré durante a Ditadura Civil-Militar sob os olhares do DOPS e da CPT (1975-1985)pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0003-9957-9891pt_BR
dc.creator.IDARAUJO, L. S.pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5321264858202251pt_BR
dc.contributor.advisor1Friderichs, Lidiane Elizabete-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-1568-456Xpt_BR
dc.contributor.advisor1IDFRIDERICHS, L. E.pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3299336593973821pt_BR
dc.contributor.referee1Costa, Victor Gabriel de Jesus Santos David-
dc.contributor.referee1IDCOSTA, V. G. J. S. D.pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7079267101503130pt_BR
dc.contributor.referee2Belo, Werbeth Serejo-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-8356-1839pt_BR
dc.contributor.referee2IDBELO, W. S.pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6735963652525615pt_BR
dc.description.resumoO golpe civil – militar de 1964 inicia a inserção de um projeto de abertura econômica em todo o país, um dos setores afetados por essa mudança foi o campo, nesse sentido, as terras devolutas passarem a ser alvo do empresariado brasileiro e das grandes empresas multinacionais. No Estado do Maranhão, este processo foi intensificado com a promulgação da lei nº 2. 979, conhecido como lei de terras Sarney, que normalizou a grilagem de terra e inseriu o Maranhão no projeto já em curso em todo o país, usando de ideias como “desenvolvimento” e “industrialização” para justificar estas práticas criminosas. Este trabalho analisa os conflitos fundiários ocorridos no Vale do Pindaré, no Maranhão, entre 1975 e 1985, destacando as relações entre o Estado autoritário, grandes proprietários de terra, órgãos de repressão e as formas de resistência camponesa durante a Ditadura Civil-Militar brasileira. Para isso, são analisados dois conjuntos documentais centrais e contrastantes: os arquivos da Delegacia de Ordem Política e Social do Maranhão (DOPS/MA), que expressam a atuação do aparato repressivo e a criminalização dos trabalhadores rurais, e a documentação da Comissão Pastoral da Terra do Maranhão (CPT/MA), que registra denúncias, acompanhamentos e formas de resistência das comunidades camponesas. A partir do diálogo com autores como E. P. Thompson, James C. Scott, Martins e Medeiros, o estudo evidencia que a violência no campo foi estruturada tanto por ações estatais quanto privadas, envolvendo jagunços, órgãos policiais e empresas agropecuárias. Além disso, demonstra que, mesmo diante da repressão, os camponeses produziram diversas formas de resistência — explícitas e subterrâneas — que reafirmam sua agência histórica. Ao articular fontes estatais e de movimentos sociais, o trabalho revela as contradições, silenciamentos e disputas de narrativas presentes na documentação, contribuindo para a compreensão da ditadura no meio rural maranhense e do papel da memória na reconstrução das lutas pela terra.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus São Luis Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais – CECENpt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqHistóriapt_BR
dc.subject.cnpqHistória do Brasilpt_BR
dc.subject.cnpqCiências Humanaspt_BR
dc.subject.cnpqHistória Regional do Brasilpt_BR
dc.identifier.rorhttps://ror.org/04ja5n907-
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