Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/5962
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorConceição, Angela Brenda Costa da-
dc.date.accessioned2026-03-24T11:07:19Z-
dc.date.available2026-03-24-
dc.date.available2026-03-24T11:07:19Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationCONCEIÇÃO, Angela Brenda Costa da. A questão racial presente na obra Quarto de despejo: diário de uma favelada. 2019. 43 f. Monografia ( Curso de Licenciatura em Letras) - Centro de Estudos Superiores de Presidente Dutra, Universidade Estadual do Maranhão, Presidente Dutra, 2019. Disponível em: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/5962pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/5962-
dc.description.abstractThe present work sought to analyze the racial issue present in the work Eviction Room: diary of a slum, by Carolina Maria de Jesus. It‘s a work autobiographical, which the writer/character being a woman, black, poor, slum, semi-illiterate and single mother, recounts her daily life and of the residents of Favela do Canindé. Therefore, it was necessary to verify the historical process that they gave beginning to racism, reflected on the adversities faced by Carolina, as well as such as racial discrimination, inequality and whiteness taking privileges, sought to understand how Carolina, a subordinate figure, became successful writer, entering the Brazilian literature, as well as its exclusion of the literary canon. A bibliographic research with critical reading was performed, deepening in the writer's trajectory, since the work describes her experiences. Through Carolina's reports, the subhuman situation that black people are subjected, a reality no different from today, since a hierarchical society is maintained, determined by structural racism. Therefore, it was considered significant to resurrect the writings of Carolina, symbol of struggle and representativeness, respecting their place of speech, and, above all, showing the need to recognize the myth of racial democracy in order to build a anti-racist societypt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectQuestão racialpt_BR
dc.subjectQuarto de despejopt_BR
dc.subjectCarolina Maria de Jesuspt_BR
dc.subjectLiteraturapt_BR
dc.subjectCânonept_BR
dc.subjectRacial issuept_BR
dc.subjectRacial issuept_BR
dc.subjectEviction Roompt_BR
dc.subjectLiteraturept_BR
dc.subjectCanonpt_BR
dc.titleA questão racial presente na obra Quarto de despejo: diário de uma faveladapt_BR
dc.title.alternativeThe racial issue present in the work Quarto de despejo: diário de uma favelada (Room of Despair: Diary of a Slum Dweller)pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Alves, hn Jefferson do Nascimento-
dc.contributor.referee1Beserra , Widêglan Marques Sousa-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4903485642620087pt_BR
dc.contributor.referee2Belfort , Francione Lima-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1279392115683281pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho buscou analisar a questão racial presente na obra Quarto de Despejo: diário de uma favelada, de Carolina Maria de Jesus. É uma obra autobiográfica, a qual a escritora/personagem sendo mulher, negra, pobre, favelada, semianalfabeta e mãe solteira, narra seu cotidiano e dos moradores da Favela do Canindé. Para tanto, fez-se necessário verificar o processo histórico que deram inicio ao racismo, refletiu sobre as adversidades enfrentadas por Carolina, bem como a discriminação racial, desigualdades e a branquitude ocupando lugar de privilégios, buscou compreender como Carolina, figura subalternizada, tornou-se escritora de sucesso, adentrando a literatura brasileira, como também sua exclusão do cânone literário. Realizou-se uma pesquisa bibliográfica com leitura critica- reflexiva aprofundando na trajetória da escritora, uma vez que a obra descreve suas vivências. Através dos relatos de Carolina percebeu-se a situação subumana que às pessoas negras encontram-se submetidas, realidade não diferente do hoje, já que se mantém uma sociedade hierarquizada, determinada pelo racismo estrutural. Portanto, considerou significativo ressurgir os escritos de Carolina, símbolo de luta e representatividade, respeitando seu lugar de fala, e, sobretudo mostrando a necessidade de reconhecer o mito da democracia racial a fim de construir uma sociedade antirracistapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Presidente Dutrapt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqLetraspt_BR
Aparece nas coleções:Letras Licenciatura em Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa – Presidente Dutra - UEMA - Monografias



Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.