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dc.creatorCoelho, Geovana Rachel Figueira-
dc.date.accessioned2026-01-27T17:16:22Z-
dc.date.available2026-01-27-
dc.date.available2026-01-27T17:16:22Z-
dc.date.issued2022-
dc.identifier.citationCOELHO, Geovana Rachel Figueira. Violência obstétrica: percepção e atuação de enfermeiros no cotidiano da maternidade. 2022. 84 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Enfermagem) – Universidade Estadual do Maranhão, Campus Balsas - MA, 2022. Disponível em: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/5796pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/5796-
dc.description.abstractObstetric Violence is the term used to designate any violent act practiced by health professionals during maternal and child care, which disrespects the rights and physical, mental integrity, desires and choices of the woman, her child and all those who share her experience of motherhood and birth of a new life. This is a descriptive-exploratory study with a qualiquantitative approach, in which the perceptions and care behaviors implemented by nurses working in maternity hospitals in the states of the five Brazilian macro-regions, related to the prevention of Obstetric Violence, were described and explored. The scenario of this investigation was the maternity hospitals located throughout Brazil, and the research was carried out with professionais nurses working in maternity hospitals in each macro-region of the country, from September 2021 to January 2022, totaling 31 participants. During the study, it was possible to demonstrate that the nurses working in maternity hospitals in Brazil are predominantly female, aged between 18 and 49 years, with an average of 5 to 10 years of training, married and/or in a stable relationship, working in the Northeast Region. As for the knowledge of nurses about Obstetric Violence, most have diverse and at the same time limited understandings of the concept, ranging from verbal and physical violence to unnecessary interventions that disrespect the desires and wishes of women, not including other practices in disuse such as violent acts. Regarding the professionals’ perceptions regarding the use of the term Obstetric Violence, the class considered the nomenclature adequate and relevant for the definition of inappropriate conduct as violations. In addition, professionals claim to carry out preventive actions against the problem, however, they do not mention the inclusion of the family, the support network of many women, as participants in such actions. With regard to care behavior in the face of situations of violence, the participants mentioned having witnessed inappropriate practices manifested in the forms of inadequate verbal communication, performing episiotomies, Kristeller’s Maneuvers and unnecessary cesarean sections, and that they even managed to talk to their teams in the face of what had happened. , however, when taking the news to higher levels, such an event is viewed with indifference, in addition to receiving threats of having their professional life compromised, on the other hand, those responsible for the misconduct suffer nothing. In view of the results found in this study, the importance of combating Obstetric Violence is observed, since the subject proves to be a sad reality that still exists in the care context in Brazilian maternity hospitals. It is also clear, in view of the interpretations from the perspective of nurses, that obstetric care in Brazil, despite attempts to prevent and/or alleviate it, is still fragile and limited. Therefore, it is expected that such information will contribute to the confrontation and elimination of the problem, and encourage the development of public policies and resolute strategies regarding the care of women who suffer Obstetric Violence and the need to awaken in nurses a broader view of the creation of more ethical, unique and humane modes of care.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectViolência obstétricapt_BR
dc.subjectAssistência de Enfermagem - obstetríciapt_BR
dc.subjectViolência contra a mulherpt_BR
dc.subjectPercepção de Enfermeiros - violência obstétricapt_BR
dc.subjectEstudo de percepção - violência obstétricapt_BR
dc.subjectObstetric violencept_BR
dc.subjectNursing care - obstetricspt_BR
dc.subjectViolence against womenpt_BR
dc.subjectNurses' perception of obstetric violencept_BR
dc.subjectPerception study - obstetric violencept_BR
dc.titleViolência obstétrica: percepção e atuação de enfermeiros no cotidiano da maternidadept_BR
dc.title.alternativeObstetric violence: nurses' perceptions and actions in the daily routine of maternity care.pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0001-7068-0660pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0356595142213334pt_BR
dc.contributor.advisor1Vilanova, Jaiane de Melo-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-8271-0177pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7786117264622472pt_BR
dc.contributor.referee1Carvalho, Ana Maria Marques de-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-0423-0973pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2831315974003770pt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Camila de Andrade-
dc.contributor.referee2IDSILVA, C. A.pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4904371741196167pt_BR
dc.description.resumoA Violência Obstétrica é o termo utilizado para designar qualquer ato violento praticado por profissionais de saúde durante a assistência materno-infantil, que desrespeite os direitos e integridade física, mental, desejos e escolhas da mulher, seu filho e todos aqueles que com ela compartilham a experiência da maternidade e nascimento de uma nova vida. Trata-se de um estudo descritivo-exploratório de abordagem quali-quantitativa, no qual foram descritas e exploradas as percepções e condutas assistenciais implementadas por enfermeiros atuantes em maternidades nos Estados das cinco macrorregiões brasileiras, relacionadas à prevenção da Violência Obstétrica. O cenário desta investigação foram as maternidades localizadas em todo o Brasil, sendo a pesquisa realizada com profissionais enfermeiros atuantes em maternidades de cada macrorregião do país, no período de setembro de 2021 a janeiro de 2022, totalizando 31 participantes. No decorrer do estudo, foi possível demonstrar que os profissionais enfermeiros atuantes nas maternidades no Brasil predominantemente são do sexo feminino, com idade entre 18 e 49 anos, com média de 5 a 10 anos de formação, casados e/ou em união estável, atuantes na Região Nordeste. Quanto aos conhecimentos dos enfermeiros sobre Violência Obstétrica, a maioria possui compreensões diversificadas e ao mesmo tempo limitadas acerca do conceito apontando desde a violência verbal e física, a intervenções desnecessárias que desrespeitam os desejos e vontades da mulher não incluindo outras práticas em desuso como atos violentos. Em relação as percepções dos profissionais quanto ao uso do termo Violência Obstétrica, a classe considerou a nomenclatura adequada e pertinente para a definição de condutas inapropriadas como violações. Ademais, os profissionais afirmam realizar ações preventivas frente à problemática, no entanto, não mencionam a inclusão da família, a rede de apoio de muitas mulheres, como participantes de tais ações. No que se refere à conduta assistencial frente a situações de violência, os participantes mencionaram ter presenciado práticas impróprias manifestadas nas formas de comunicação verbal inadequada, realização de episiotomias, Manobras de Kristeller e cesarianas desnecessárias, e que até conseguem conversar com suas equipes diante do ocorrido, no entanto, ao levar a notícia a instâncias maiores, tal evento é encarado com indiferença, além de receber ameaças de ter a vida profissional comprometida, em contrapartida, os responsáveis pelas más condutas nada sofrem. Diante dos resultados encontrados neste estudo, observa-se a importância do combate à Violência Obstétrica, visto que o assunto demostra ser uma triste realidade ainda existente no contexto assistencial nas maternidades brasileiras. Percebe-se ainda, diante das interpretações sob a ótica de enfermeiros, que a assistência obstétrica no Brasil apesar das tentativas de prevenir e/ou amenizá-la, ainda é frágil e limitada. Portanto, espera-se que tais informações contribuam com o enfrentamento e eliminação do problema, e incentivem a elaboração de políticas públicas e estratégias resolutivas no tocante ao cuidado à mulher que sofre Violência Obstétrica e a necessidade de despertar nos profissionais enfermeiros uma visão ampliada sobre a criação de modos de cuidados mais éticos, singulares e humanos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Balsaspt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqEnfermagempt_BR
dc.identifier.rorhttps://ror.org/04ja5n907-
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