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Título: Responsabilidade pessoal em Hannah Arendt: o julgamento de Adolf Eichmann
Título(s) alternativo(s): Personal Responsibility in Hannah Arendt: The Trial of Adolf Eichmann
Autor(es): Sousa, Maria Daniela dos Santos
Orientador: Serejo, Lincoln Sales
Membro da Banca: Rodrigues Júnior, Edward Pereira
Membro da Banca: Freitas, William de Jesus Costa
Data do documento: 2023-08-01
Editor: Universidade Estadual do Maranhão
Resumo: A pesquisa em questão, apresenta o estudo desenvolvido acerca da noção de responsabilidade pessoal, no pensamento da filósofa e teórica política contemporânea Hannah Arendt, partindo do relato que a autora fez do julgamento de Adolf Eichmann, do qual proveio sua obra: Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. Otto Adolf Eichmman, foi um dos arquitetos da “Solução Final”, um plano que tinha por finalidade aniquilar o povo judeu no período do regime nazista. Eichmann foi levado a julgamento acusado de crimes contra o povo judeu, crimes contra a humanidade e crimes de guerra entre outros. Diante dessas acusações Eichmann se declarou inocente conforme relatado pela autora em sua obra, assim sendo, ele exime-se da responsabilidade de suas ações. E é nesse cenário que se coloca em discussão a questão da responsabilidade pessoal. A ideia de responsabilidade pessoal diz respeito a culpa, e deve ser compreendida em contraste com a de responsabilidade politica que diz respeito ao coletivo ser responsabilizado por determinadas ações, a responsabilidade coletiva é outro conceito muito importante para o entendimento desse estudo. A questão da ausência da atividade do pensamento é um ponto crucial nessa discussão. Dessa forma, a pesquisa coloca em discussão essas questões, com o intuito de compreender a noção de responsabilidade pessoal tratada pela autora, objetivando esclarecer qual seria a responsabilidade de Otto Adolf Eichmann com relação aos crimes por ele perpetrado
Resumo: The research in question presents the study developed about the notion of personal responsibility, in the thought of the philosopher and contemporary political theorist Hannah Arendt, starting from the account that the author makes of the trial of Adolf Eichmann, from which her work: Eichmann in Jerusalem: a report about the banality of evil. Otto Adolf Eichman was one of the architects of the “Final Solution”, a plan that aimed to annihilate the Jewish people during the Nazi regime. Eichmann was put on trial accused of crimes against the Jewish people, crimes against humanity and war crimes among others. Faced with these accusations, Eichmann pleaded not guilty as reported by the author in her work, therefore, he exempts himself from responsibility for his actions. And it is in this scenario that the issue of personal responsibility comes into discussion. The idea of personal responsibility, which must be understood in contrast to political (collective) responsibility, which concerns the collective being held accountable for certain actions, is another very important concept for understanding this study. The question of the absence of thought activity is a crucial point in this discussion. In this way, the research discusses these questions, in order to understand the notion of personal responsibility addressed by the author, aiming to clarify what would be the responsibility of Otto Adolf Eichmann in relation to the crimes he perpetrated
Palavras-chave: Hannah Arendt
Adolf Eichmann
Ausência do pensamento
Responsabilidade pessoal
Responsabilidade política
Regime nazista
Absence of thought
Political responsibility
Personal responsibility
Nazi regime
Aparece nas coleções:Curso de Licenciatura em Filosofia - CECEN - UEMA - Monografias

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