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    <title>DSpace Coleção: Produção acadêmica de doutorado em Estudos Comparados de Literatura da Língua Porquesa produzidas por outras instituições</title>
    <link>https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/538</link>
    <description>Produção acadêmica de doutorado em Estudos Comparados de Literatura da Língua Porquesa produzidas por outras instituições</description>
    <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 18:05:30 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-10T18:05:30Z</dc:date>
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      <title>Tecendo estórias das comunidades remanescentes de quilombolas aqui e acolá</title>
      <link>https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/539</link>
      <description>Título: Tecendo estórias das comunidades remanescentes de quilombolas aqui e acolá
Autor(es): Silva, Joseane Maia Santos
Abstact: A presente tese objetiva a recolha de narrativas orais em comunidades rurais remanescentes de quilombola, em 2008, no município de Caxias-Maranhão, e análise do sentido estético, ético, bem como a função social desses enredos. Marcadas pela luta do direito à posse da terra, todas as atividades culturais aí desenvolvidas, como a dança do baião, a festa do Divino e a contação de estórias, fortalecem a identidade étnica, o passado de exploração, o sentimento de pertencimento e as ações reivindicatórias por serviços públicos que lhes garantam vida digna. O confronto dessas narrativas orais com as narrativas escritas, divulgadas por folcloristas brasileiros, a partir da segunda metade do século XIX, mostra que as temáticas, profundamente humanas, estão relacionadas com valores, crenças, sonhos, desejos e comportamentos regidos por uma moral relativa, revelando, pois, o mundo de quem narra e a atualidade dos enredos. A variedade de contos (de encantamento, de exemplo, de animais, facécias, demônio logrado, adivinhação etc.), além de mitos, lendas e causos comprova que o motor da tradição oral é a inovação, pela incorporação do elemento local e articulação com os anseios das comunidades onde circulam que são: a busca do conhecimento, a realização amorosa, financeira, o tradicional embate entre o velho e o novo, entre o fraco e o forte, entre o bem e o mal. Veiculada numa linguagem simbólica e exercendo função essencialmente lúdica, a literatura popular sintoniza-se com o viver. Isso justifica sua cooptação pela literatura infanto-juvenil, uma vez que, ao lidar com a subjetividade, conflitos e ambigüidades, apresenta alto nível de comunicabilidade com a infância. é o que comprovamos através da história da literatura brasileira voltada para crianças e jovens, cujo viés nacionalista das primeiras publicações avança para o realismo maravilhoso de Monteiro Lobato e, na atualidade, reconhecida em âmbito mundial, mantém-se no patamar de arte como deve ser toda literatura comprometida com a formação da infância e a juventude de cada país.
Descrição: 300 f.Tese (Doutorado em Estudos Comparados de Literatura de Língua e Ciencias Humanas) - Universidade de São Paulo,São Paulo,2010.Orientador: Profa. Dra. Maria Lúcia Pimentel de Sampaio Gomes.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/539</guid>
      <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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