<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/517">
    <title>DSpace Coleção: Produção acadêmica de doutorado em Medicina Veterinária produzidas por outras instituições</title>
    <link>https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/517</link>
    <description>Produção acadêmica de doutorado em Medicina Veterinária produzidas por outras instituições</description>
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/718" />
        <rdf:li rdf:resource="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/717" />
        <rdf:li rdf:resource="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/547" />
        <rdf:li rdf:resource="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/534" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-04-10T18:11:02Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/718">
    <title>Aspectos epidemiológicos, clínicos e imunológicos de cães (Canis familiares) (Linnaeus, 1758) com infecção por Leishmania (Leishmania) chagasi (Cunha e Chagas, 1937) provenientes do Munícipio de Imperatriz, Região Sudoeste do Estado do Maranhão, Brasil.</title>
    <link>https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/718</link>
    <description>Título: Aspectos epidemiológicos, clínicos e imunológicos de cães (Canis familiares) (Linnaeus, 1758) com infecção por Leishmania (Leishmania) chagasi (Cunha e Chagas, 1937) provenientes do Munícipio de Imperatriz, Região Sudoeste do Estado do Maranhão, Brasil.
Autor(es): Braga, Geovania Maria da Silva
Abstact: No Brasil, a Leishmaniose Visceral Canina (LVC) causada pela Leishmania (Leishmania) chagasi tem sido relatada em todo o país, particularmente na região do nordeste, onde a pobreza e as circunstâncias sociais exercem uma importante influência na saúde e na doença. De qualquer modo, existem poucos relatos sobre prevalência da leishmaniose visceral do cão doméstico de área endêmica para a doença em humanos. O objetivo desta pesquisa foi verificar a prevalência da LVC no município de Imperatriz, Estado de Maranhão, Brasil, verificando os níveis de produção de anticorpo anti-Leishmania IgG1 e IgG2, como também avaliar os sinais clínicos nestes cães. Foram coletadas 420 amostras de soros de cães domiciliados, as quais foram analisadas pelo teste imunoenzimático (ELISA) para verificar a prevalência e os níveis da produção dos anticorpos anti-Leishmania IgG1 e IgG2. A fim de avaliar os sinais clínicos, todos os cães sororreagentes para Leishmania chagasi pelo teste de ELISA foram examinados. Os resultados mostraram que 46,66% (196/420) eram positivos ao teste sorológico. Encontrou-se associação significativa (p&lt;0,05) entre a positividade e a idade do cão, porém não foi observado associação com relação ao sexo dos animais. Os níveis elevados de anti-Leishmania IgG2 foram observados em 29,76% (125/420) e os níveis IgG1 e IgG2 aumentaram significativamente entre animais oligossintomáticos e polissintomáticos. Entretanto, o nível IgG1 foi detectável em apenas alguns animais. A alopecia e a onicogrifose (100,00%) foram os sinais clínicos principais observados nos cães infectados, seguidos pela caquexia (93,13%), apatia (88,89%) e lesões oculares (77,78%). A percentagem pequena dos cães (5,70%) naturalmente infectados que mostrou produção de IgG1 e os sinais clínicos, são importantes para confirmar o diagnóstico. Por outro lado, insetos foram coletados com armadilha CDC em diversos locais do município estudado e transportados ao laboratório para colonização. Porém, foi verificado, neste estudo, por ocasião do monitoramento das colônias de Lutzomyia longipalpis, contaminação fúngica e bacteriana. Foram encontrados Staphylococcus sp., Bacillus sp., Pseudomonas sp., Proteus sp. e Aspergillus sp. nas colônias de Lutzomyia longipalpis. Conclui-se que, medidas preventivas devem ser adotadas para o controle da Leishmaniose Visceral Canina nesta área.
Descrição: 120 f.Tese ( Doutorado em Ciência Veterinária) - Universidade Rural de Pernambuco, Recife, 2007.Orientador: Prof. Dr. Leucio Câmara Alves </description>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/717">
    <title>Avaliação toxicológica da Ipomoea asarifolia (Salsa) em ratos.</title>
    <link>https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/717</link>
    <description>Título: Avaliação toxicológica da Ipomoea asarifolia (Salsa) em ratos.
Autor(es): Monteiro, Evaldo Augusto Salomão
Abstact: A Ipomoea asarifolia é uma planta tóxica, conhecida como salsa, batata salsa e salsa brava da família convolvulaceae, presente as margens de rios, lagoas e praias marítimas em todo o Brasil, sendo responsável pela intoxicação natural em ruminantes, principalmente no Nordeste brasileiro, causando excitabilidade e alterações no hemograma e perfil bioquímico desses animais, além de pequenas lesões macroscópicas e microscópicas nos órgãos internos (encéfalo, fígado e rins). Pela falta de trabalhos científicos que relatem a sua interferência sobre o desenvolvimento cerebral nas espécies animais o nosso objetivo foi avaliar o potencial tóxico dessa planta, em ratos, um modelo experimental confiável e de fácil repetibilidade, as possíveis alterações hematológicas, bioquímicas e o comportamento perinatal neste modelo. Os resultados obtidos no perfil bioquímico, hemograma e no exame histopatológico dos ratos intoxicados com extrato aquoso e hidroalcoólico nos permitiu constatar alterações significantes no perfil bioquímico para as variáveis glicose, proteína, alanina aminotransferase e bilirrubina direta na intoxicação aguda com os extratos aquoso e hidroalcoólico. Na intoxicação subaguda observamos alterações para as proteínas e creatinina nos dois extratos. Quanto ao hemograma, tanto na intoxicação aguda como na subaguda constatamos alterações para as variáveis plaquetas e monócitos entre o grupo controle e o grupo tratado. No histopatológico foi observado no encéfalo edema intersticial e degeneração hidrópica no fígado e rins dos ratos intoxicados o que caracteriza um quadro de intoxicação. Quanto à avaliação perinatal podemos observar que houve diferenças entre os filhotes de ratas controles daquelas que se alimentaram com ração de salsa durante toda a gestação, no desenvolvimento físico da prole (Esquiva ao Abismo) e na avaliação neurocomportamental (Labirinto Aquático de Morris), o que pode caracterizar uma lesão sobre o desenvolvimento cerebral dos filhotes.
Descrição: 102 f.Tese (Doutorado em Medicina Veterinária ) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Jaboticabal, 2010.Orientador: Prof. Dr. Antonio de Queiroz Neto&lt;</description>
    <dc:date>2010-05-07T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/547">
    <title>Detecção de inseticidas piretróides em tecido adiposo de neoplasia maligna de mama em cadelas</title>
    <link>https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/547</link>
    <description>Título: Detecção de inseticidas piretróides em tecido adiposo de neoplasia maligna de mama em cadelas
Autor(es): Andrade, Fábio Henrique Evangelista de.
Abstact: Cromatografia Líquida de Alta Eficiência – HPLC foi adaptada para detectar e identificar inseticidas piretróides no tecido adiposo adjacente ao tumor maligno de mama de 10 cadelas, sem predileção por raça e idade. Após a cirurgia, as massas eram examinadas cuidadosamente para lesões neoplásicas malignas. Cinco gramas de tecido adiposo adjacente ao tumor foram colhidos para demonstração de contaminantes ambientais. Os piretróides identificados foram aletrina, cialotrina, cipermetrina, deltametrina e tetrametrina, com nível de contaminação de 40%. A histopatologia demonstrou sete cadelas (70%) como carcinoma complexo, duas (20%) com carcinoma simples e uma (10%) com carcinoma anaplásico. Desses tumores, (80%) apresentaram grau III e (20%) grau I de agressividade. O nível de contaminação foi observado nos tumores mais agressivos. Esta foi à primeira demonstração que se tem conhecimento que o nível de contaminates ambientais pode ser detectado no tecido adiposo de cadela com tumor maligno de mama, pela HPLC. O presente resultado sugere que contaminantes ambientais possam estar envolvidos com o processo de formação ou associação ao risco de desenvolvimento do câncer de mama de cadela, sendo um indicador para auxiliar na monitoração de piretróides.
Descrição: 21 f.Tese (Doutorado em Medicina Veterinária) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Botucatu, 2008.Orientador: Noeme Sousa Rocha</description>
    <dc:date>2008-01-29T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/534">
    <title>Leucose enzoótica bovina: estudo epidemiológico na bacia leiteira do Estado do Maranhão e aperfeiçoamento do diagnóstico</title>
    <link>https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/534</link>
    <description>Título: Leucose enzoótica bovina: estudo epidemiológico na bacia leiteira do Estado do Maranhão e aperfeiçoamento do diagnóstico
Autor(es): Santos, Hamilton Pereira
Abstact: A Leucose Enzoótica Bovina (LEB) é uma doença causada por um Deltaretrovirus da família Retroviridae, caracterizada por proliferação linfocitária e/ou formação de linfosarcomas, principalmente distribuída em bovinos leiteiros. O vírus da LEB está presente em todos os continentes. No Brasil foram encontrados 27,6% do rebanho leiteiro, infectado. O Estado do Maranhão se caracteriza por intensa comercialização de bovinos de várias regiões do país, onde foi constatada a presença da LEB. Neste trabalho se teve como objetivos, estudar a soroprevalência e fatores de riscos associado à LEB na Bacia Leiteira do Estado do Maranhão e aperfeiçoar técnica de imunodifusão em gel de agar (IDGA) para diagnóstico da LEB. Assim foram coletadas 920 amostras sanguíneas de 92 rebanhos leiteiros da raça Girolanda distribuídos em 23 municípios das cinco Regionais que compõem a bacia leiteira do Estado. Para o diagnóstico da LEB foi utilizada a prova de Imunodifusão em Gel deágar (IDGA). A prevalência estimada foi de 53,80% de animais sororeagentes, distribuídos em98,91% (91/92) dos rebanhos estudados, afetando principalmente animais de idade superior aos 48 meses (P&lt;0,05). As Regionais Bacabal, São Luís e Pedreira apresentaram as freqüências de sororeatividade mais elevadas (63,50%, 61,87,% e 60,62%, respectivamente); Imperatriz, intermediária (41,18%); e Açailândia, a mais baixa (30,83%) (P&lt;0,05). Todos os municípios apresentaram animais sororeagentes, com freqüências variando de 22,50% (São Francisco do Brejão) a 75,00% (Bernardo do Mearim). Ao se analisar as variáveis estudadas como potenciais fatores de risco para LEB foi verificada associação estatisticamente significativa (P&lt;0,05) entre sororeagentes para LEB e uso repetido da mesma agulha para colheita de sangue ou vacinação (Odds Ratio – OR = 2,76; IC – 1,73 - 4,93), uso repetido da mesma luva obstétrica (OR=1,74; IC - 1,2 a 2,49), estabulação dos animais (OR=1,97; IC – 1,28 – 3,02) e ausência de assistência Veterinária (OR=1,42; IC – 1,06 – 1,88). O conhecimento da LEB pelos criadores e a aquisição de animais de outras criações parareprodução não interferiu na sororeatividade para LEB (OR=1,09; IC – 0,82 – 1,44 e OR=0,88; IC – 0,57 – 1,36, respectivamente) (P&gt;0,05). Para aperfeiçoamento de uma prova de diagnóstico para LEB, utilizou-se a micro-imunodifusão em gel de agarose (micro-IDGA) usou-se protocolo simples para obtenção do antígeno comparativamente a uma macro-IDGA. Foram utilizadas 450 amostras de soro bovino provenientes de 92 propriedades dos 23 municípios que compõem a bacia leiteira do estado do Maranhão. O antígeno usado na micro-IDGA foi obtido por diálise frente ao polietilenogricol de sobrenadante de células FLK infectadas pelo VLEB. Na micro-IDGA utilizou-se 10 μl de antígeno e soro controle positivoe 30 μl do soro teste; na macro-IDGA 25 μl de todos os reagentes, produzidos pelo Instituto Tecnológico do Paraná (TECPAR). Dos soros comparados, 259 (57,56%) e 245 (54,44%) apresentaram resultados positivos na micro-IDGA e macro-IDGA, respectivamente. Houve ótima concordância entre as duas técnicas (K=0,91), com sensibilidade e especificidade da macro-IDGA em relação a micro-IDGA de 93,43% e 98,43%. A micro-IDGA apresentou linhas mais claras do que as observadas na macro-IDGA e a leitura pode ser feita 24 horas antes da macro-IDGA. Conclui-se que a micro-IDGA pode substituir a macro-IDGA no diagnóstico sorológico da LEB, com a vantagem de maior rapidez na emissão dos resultados e da obtenção do antígeno com técnica simples.
Descrição: 87 f.Tese (Doutorado em Ciência Veterinária) - Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife,2010.Orientador:Pof. Dr. Roberto Soares de Castro</description>
    <dc:date>2010-02-19T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

