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    <title>DSpace Coleção: Produção acadêmica de doutorado em Agronomia  produzidas por outras instituições</title>
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    <description>Produção acadêmica de doutorado em Agronomia  produzidas por outras instituições</description>
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    <dc:date>2026-04-12T10:43:53Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/518">
    <title>Períodos de interferência das plantas daninhas na cultura do arroz de terras altas</title>
    <link>https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/518</link>
    <description>Título: Períodos de interferência das plantas daninhas na cultura do arroz de terras altas
Autor(es): Silva, Maria Rosângela Malheiros
Abstact: A presente pesquisa objetivou determinar os períodos de interferência das plantas daninhas no arroz de terras altas. Os experimentos foram instalados nos anos agrícolas 2003/04 e 2004/05 em área experimental da Universidade Estadual Paulista, campus de Jaboticabal, situado a 21° 15’ 22” de latitude Sul e 48° 18’ 58” de longitude Oeste. As cultivares utilizadas foram IAC 202 e Caiapó, semeadas, respectivamente, em 18 de novembro de 2003 e 24 de novembro de 2004. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com os tratamentos constituídos por períodos crescentes de controle ou de convivência das plantas daninhas com a cultura. Os períodos iniciais de controle ou de convivência após a emergência da cultura foram: 0-10, 0-20, 0-30, 0-40, 0-50, 0-60, 0-70 dias e 0-colheita. As principais plantas daninhas em convivência com as cultivares em 2003/04 foram: Cyperus rotundus L. (CYPRO), Cenchrus echinatus L. (CCHEC), Digitaria spp Heist (DIGSS), Echinochloa crus-galli (L.) P. Beauv. (ECHCG) e Brachiaria decumbens Stapf. (BRADC). No ano agrícola de 2004/05, predominaram com a cv IAC 202, Digitaria spp, C. echinatus, Raphanus raphanistrum L. (RAPRA) e Alternanthera tenella Colla (ALRTE) e com a cv Caiapó, Digitaria spp, C. echinatus, Eleusine indica Gaertn (ELEIN) e A. tenella. Considerando-se 5% de tolerância na redução da produtividade da cv IAC 202 em 2003/04 e 2004/05, os períodos anteriores à interferência (PAI) foram de 12 e 26 dias após a emergência (DAE), respectivamente; os períodos totais de prevenção à interferência (PTPI) de 40 e 42 DAE e os períodos críticos de prevenção à interferência (PCPI) de 12 a 40 DAE e 26 a 42 DAE, respectivamente. Com o mesmo nível de tolerância na redução da produtividade do arroz cv Caiapó nos anos agrícolas de 2003/04 e 2004/05, os períodos anteriores à interferência (PAI) foram de 25 e 29 DAE, respectivamente; os períodos totais de prevenção à interferência (PTPI), de 31 e 26 DAE, respectivamente. Em 2003/04, o período crítico de prevenção à interferência (PCPI) foi de 25 a 31 DAE e no ano seguinte, este não ocorreu.
Descrição: 100 f. Tese (Doutorado em Agronomia) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias,Jaboticabal,2006Orientador: Prof. Dr. Júlio Cezar Durigan Banca </description>
    <dc:date>2006-08-14T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/508">
    <title>Impactos causados pela bovinocultura “de corte” nos assentamentos de reforma agrária do Maranhão: segurança alimentar, modificação da paisagem e transformações regionais</title>
    <link>https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/508</link>
    <description>Título: Impactos causados pela bovinocultura “de corte” nos assentamentos de reforma agrária do Maranhão: segurança alimentar, modificação da paisagem e transformações regionais
Autor(es): Santos, Itaan de Jesus Pastor
Abstact: A tese analisa como a criação de gado bovino se desenvolve nos assentamentos de reforma agrária do Maranhão. Identifica os nexos que dificultam o acesso à terra por parte dos trabalhadores rurais e como, depois de alcançarem a condição de proprietários, conseguem se estabelecer para alcançarem melhores condições de vida. Caracteriza as condições em que as famílias se organizam e estão produzindo, mostrando que grande parte dos assentados passou a criar gado como forma de alcançarem melhores condições econômicas. Os motivos pelos quais os assentados criam os animais estão relacionados com a maior poupança e liquidez que estes sistemas produtivos permitem oferecendo maior garantia (segurança alimentar) para a manutenção das famílias. Há uma correlação direta entre a criação desses animais e a qualidade de vida das famílias representada pela maior disponibilidade de renda que leva a aquisição de bens duráveis e consumo de alimentos, apesar da maior quantidade de vegetação suprimida para a instalação de pastagens quando comparado com a plantação de culturas alimentares. Esta opção leva à perda da biodiversidade local, à degradação das pastagens e dos solos e, portanto, a um impacte negativo do ponto de vista ambiental, porque não são aplicadas as tecnologias apropriadas e hoje disponíveis.
Descrição: 226 f.Tese (Doutorado em Engenharia Agronômica) - Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia, Lisboa,2010.Orientador: Doutor Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho</description>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/495">
    <title>Eficácia e seletividade de herbicidas aplicados em pós-emergência em soja convencional e transgênica</title>
    <link>https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/495</link>
    <description>Título: Eficácia e seletividade de herbicidas aplicados em pós-emergência em soja convencional e transgênica
Autor(es): Corrêa, Maria José Pinheiro
Abstact: O presente estudo teve por objetivo avaliar a eficácia e seletividade de herbicidas aplicados em pós-emergência, isolados e em misturas, para o controle de plantas daninhas e os efeitos sobre o crescimento e o desenvolvimento da soja convencional (M-SOY 8001) e transgênica (M-SOY 7908 RR). Também foram estudados os efeitos dos produtos sobre a atividade fotossintética e nas características morfológicas externas e internas das plantas. Foram conduzidos dois experimentos, no ano agrícola 2006/2007 e repetido em 2007/2008, em condições de campo, na Fazenda de Ensino, Pesquisa e Produção da UNESP, Câmpus de Jaboticabal, SP. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso com quatro repetições. Os tratamentos constaram da aplicação de herbicidas isolados e em misturas: lactofen (168 g ha1 ), glyphosate (1080 g ha-1), lactofen + chlorimuron-ethyl (96 + 10 g ha-1), chlorimuron-ethyl + imazethapyr (10 + 70 g ha-1), chlorimuron-ethyl + bentazon (10 + 600 g ha-1), glyphosate + imazethapyr (900 + 70 g ha-1), lactofen + chlorimuronethyl + imazethapyr (96 + 10 + 70 g ha-1) e lactofen + chlorimuron-ethyl + imazethapyr/haloxyfop-methyl (96 + 10 + 70 / 60 g ha-1). Além disso, foram mantidas duas testemunhas sem aplicação de herbicida (capinada e mantida infestada). Concluiu-se que os herbicidas utilizados foram seletivos para a soja; exceção dos tratamentos com glyphosate na soja M-SOY 8001. Na condição de baixa infestação de plantas daninhas, os herbicidas aplicados foram eficazes no controle destas. Na área com maior infestação de plantas daninhas, a aplicação de glyphosate isolado ou em mistura com imazethapyr proporcionou melhor controle das plantas infestantes. Quanto a eficiência fotossintética máxima, apenas o cultivar convencional foi suscetível à aplicação dos herbicidas, principalmente às misturas contendo lactofen + chlorimuron-ethyl e lactofen + chlorimuron-ethyl + imazethapyr / haloxifop-methyl. Em relação ao teor relativo de clorofila total, as duas cultivares apresentaram suscetibilidade ao lactofen aplicado ix isolado e em mistura com chlorimuron-ethyl, imazethapyr e haloxifop-methyl com redução nos teores de clorofila. A análise das características morfológicas das folhas revelou que nas duas cultivares estudadas os herbicidas lactofen isolado e em mistura com chlorimuron-ethyl, imazethapyr e haloxyfop-methyl causaram alterações morfológicas externas e internas nas folhas onde os produtos foram depositados. As alterações observadas restringiram-se ao sistema dérmico e mesofilo. O glyphosate promoveu alterações morfo-anatômicas nas folhas na cultivar convencional e os danos expressaram-se por clorose, necrose dos tecidos, plasmólise e deformação de células epidérmicas.
Descrição: 87 f.Tese (Doutorado em Agronomia) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Jaboticabal  2009Orientador: Pedro Luís da Costa Aguiar Alves </description>
    <dc:date>2009-02-13T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/216">
    <title>Diversidade de ácaros predadores (Phytoseiidae) em fragmentos florestais e  cafezais adjacentes</title>
    <link>https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/216</link>
    <description>Título: Diversidade de ácaros predadores (Phytoseiidae) em fragmentos florestais e  cafezais adjacentes
Autor(es): Silva, Ester Azevedo
Abstact: Existem poucas informações sobre a fauna de ácaros predadores em ambientes naturais brasileiros, adjacentes a agroecossistemas cafeeiros, bem como sobre a influência dessa vegetação vizinha como reservatório de ácaros predadores. O objetivo deste estudo foi avaliar a diversidade destes organismos em fragmentos florestais e cafeeiros adjacentes. Coletaram-se amostras das espécies florestais Calyptranthes clusifolia (Miq.) (Myrtaceae), Esenbeckia febrífuga (A. St.- Hill) (Rutaceae), Metrodorea stipularis(Mart.) (Rutaceae) e Allophylus semidentatus (A.St.-Hil et al.) (Sapindaceae). As amostragens foram realizadas nos meses de junho (considerado final período chuvoso) e outubro (considerado final período seco) dos anos de 2004 e 2005, na região Sul de Minas, estado de Minas Gerais, em oito fragmentos florestais de 5 a 51 ha e cafezais adjacentes. Para a extração dos ácaros, foi realizada a lavagem das folhas e, em seguida, eles foram montados em lâminas de microscopia, com o meio de Hoyer. No total, foram registrados 8.709 ácaros, sendo 7.647 nos fragmentos florestais e 1.062 espécimes nos cafezais adjacentes em 38 espécies pertencentes a 16 famílias. A família Phytoseiidae, pela análise faunística, se destacou como a mais numerosa e abundante nos ambientes estudados. Iphiseiodes zuluaguai Denmark &amp; Muma, 1972 mostrou os melhores índices no agroecossistema cafeeiro. Nos fragmentos florestais Amblyseius herbicolus Chant, 1959, Iphiseiodes neonobilis Denmark &amp; Muma, 1978, Leonseius regularis DeLeon, 1965 e Euseius alatus DeLeon, 1966 se classificaram como dominantes, muito abundantes, muito freqüentes e constantes. Nos fragmentos florestais de todas as dimensões estudadas e em todas as épocas de coleta, de forma geral, os fitoseídeos apresentaram destacada abundância, sugerindo que pode haver um possível deslocamento dessas espécies entre a mata e o cultivo do cafeeiro e vice-versa. A vegetação nativa hospeda ácaros predadores, inimigos naturais de ácaros-praga, que ocorrem na cultura cafeeira, o que possibilita o desenvolvimento de programas de manejo ecológico com essas áreas de vegetação natural adjacentes a agroecossistemas cafeeiros.
Descrição: 101 p. : il.Tese (Doutorado em Agronomia) – Universidade Federal de Lavras, Lavras,2007.Orientador: Prof. Dr. Paulo Rebelles Reis</description>
    <dc:date>2007-03-08T00:00:00Z</dc:date>
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