Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/745
Título: Ecofisiologia de arbóreas utilizadas em revegetação de áreas antropizadas no ecótono cerrado/ Amazônia
Autor(es): Leonel, Léo Vieira.
Palavras-chave: Recuperação
Antropizado
Fisiologia
Nucleação
Transição
Data do documento: 2017
Editor: UEMA
Resumo: Na busca por conforto e capital, o homem vem moldando o Planeta Terra conforme as suas necessidades, o que tem acarretado ao ambiente profundas mudanças ao longo do tempo, levando à degradação de muitos habitats e, com isso, a extinção de espécies da fauna e flora. Porém, nas últimas décadas tem-se buscado mitigar os danos causados frente à natureza, tornando suas ações mais sustentáveis e, ao mesmo tempo, focando recuperar alguns desses habitats antes perturbados. Para recuperar esses ambientes, a técnica mais utilizada é a revegetação, prática que consiste no plantio de espécies arbóreas, priorizando as espécies nativas da região. No entanto, das muitas espécies utilizadas na recomposição florestal, algumas são de difícil adaptação, o que ocasiona altas taxas de mortalidade. Pensando nessa problemática, a presente pesquisa teve por objetivo avaliar o comportamento ecofisiológico de arbóreas utilizadas em revegetação de áreas antropizadas no ecótono Cerrado / Amazônia. O experimento foi conduzido no município de Imperatriz, localizado na região sul do Maranhão. O delineamento experimental foi o fatorial 3 x 2 x 2, com 5 repetições. O experimento avaliou 3 fatores referentes às espécies arbóreas (espécies pioneiras, secundárias e clímax), 2 fatores de plantio (Plantio com hidrogel e sem hidrogel) e 2 fatores relacionados à luz (plantio à pleno sol e à sombra). Foram instalados 32 núcleos, cada núcleo foi compostos por 3 mudas distribuídas nos diferentes grupos sucessionais. Foram utilizadas 96 mudas, dessas, 32 pioneiras, 32 secundárias e 32 climácicas. Os parâmetros ecofisiológicos avaliados no viveiro apresentaram diferença estatística, sendo que os resultados estão relacionados às características individuais de cada espécie, pois, todas estavam sob as mesmas condições edafoclimáticas. Já para os dados relacionados ao campo, os piores resultados foram observados na 3º avaliação, o que pode ter sido influenciado pela baixa pluviometria ocorrida no período. Dentre as espécies estudadas na pesquisa, a A. fraxinifolium foi a que apresentou a melhor plasticidade fenotípica, o que proporcionou a sua adaptação às diferentes condições avaliadas. Em relação ao condicionante de solo, o seu uso foi mais eficaz para o desenvolvimento das mudas no período de estiagem e nas áreas a pleno sol. A ecofisiologia se apresentou como uma excelente ferramenta na detecção de possíveis estresses ocasionada nas mudas quando expostas às condições naturais de campo.
Descrição: 98 f.Dissertação (Mestrado em Agroecologia) -Universidade Estadual do Maranhão, São Luís, 2017.Orientador: Prof. Dr. Fabrício de Oliveira Reis
URI: http://repositorio.uema.br/handle/123456789/745
Aparece nas coleções:MESTRADO EM AGROECOLOGIA

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
LÉO VIEIRA LEONEL.pdf2.87 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.