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dc.contributor.advisorNogueira, Rita de Maria Seabrapt_BR
dc.creatorCosta, Andréa Pereira dapt_BR
dc.date.accessioned2019-07-22T21:46:02Z-
dc.date.available2019-07-22T21:46:02Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.citationCOSTA, Andréa Pereira da. Aspectos epidemiológicos de Babesia canis, Ehrlichia canis e Ricktettsia spp. em cães de ambiente urbano e rural da mesorregião do Leste maranhense, microrregião de Chapadinha-Ma, Brasil. 2011. 99f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal) -Centro de Ciências Agrárias, Universidade Estadual do Maranhão, São Luís, 2011. Disponível em: http://repositorio.uema.br/handle/123456789/715-
dc.identifier.urihttp://repositorio.uema.br/handle/123456789/715-
dc.description.abstractInfections by Babesia canis, Ehrlichia canis and Rickettsa spp. Can lead to important diseases in small animals. Furthermore are of public health interest due to their zoonotic risck. The objective of the present study was to evaluate the epidemiological data of these hemoparasites in dogs from urban and rural environment from the east region of Maranhão, verifying the possible differences among sex, age, breed and hunting activity and associated risck factors.Ticks were collected from de dogs, identified and infection by Rickettsia was investigated by PCR. Serum and blood samples were collected from 323 dogs from the municipalities of Anapurus, Chapadinha and Mata Roma ( Chapadinha, east region of Maranhão), to IFAT analysis for Babesia canis, Ehrlichia canis and Rickettsia spp. Infestation by ticks was observed in 59,9% of the dogs, and ticks were identified as Rhipicephalus sanguineus, Amblyomma ovale e Amblyomma cajennense. There was significative association (p<0,05) only for mixed infestations dogs from rural area presented higher frequency of tick infestation (12, 44%). Living urban areas was considered a protection factor for the infestation (OR=0,08). The prevalence using IFAT was 16,1%, 14,6%, 18,9% for B. canis, E. canis and Rickettsia spp., respectively. The only factor associated with B. canis infection of the dog breed, however for E. canis, breed, sex and age ware not associated with the infection. It was determined R. amblyommii as the probable antigen responsible for 19,67% of natural dog infection. A significant association (p< 0,05) was observed for the dogs from the rural area (32, 9%). Animal from the urban area had a lower chancer of infection (OR= 0,06). In PCR of the blood three samples were positive for B. canis vogeli e all samples were negative for Rickettsia. Ticks samples were negative for Rickettsia bellii by PCR. It was concluded that Babesia canis, Ehrlichia canis and Rickettsia spp infected dogs of the studied area.en
dc.description.sponsorshipCAPES-
dc.description.sponsorshipFAPEMA-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.subjectBabesia canispt_BR
dc.subjectEhrlichia canispt_BR
dc.subjectRickettsia spppt_BR
dc.subjectChapadinha - MA - Babesia canispt_BR
dc.subjectCãespt_BR
dc.subjectCarrapatospt_BR
dc.titleAspectos epidemiológicos de Babesia canis, Ehrlichia canis e Ricktettsia spp. em cães de ambiente urbano e rural da mesorregião do Leste maranhense, microrregião de Chapadinha-Ma, Brasilpt_BR
dc.title.alternativeEpidemiological data of Babesia canis, Ehrlichia canis and Rickettsia spp. in dogs from urban and rural environment from Chapadinha, east region of Maranhão - Brazilen
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.identifier.cduD 636.7:616.993(812.1)-
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-8197-9868-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9060175466064691-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-4886-533X-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1903495108212915-
dc.contributor.referee1Horta, Maurício Cláudiopt_BR
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-3834-8398-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5308738911993381-
dc.contributor.referee2Melo, Ferdinan Almeidapt_BR
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-6111-3672-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9491718379037060-
dc.description.resumoInfecções por Babesia canis, Ehrlichia canis e Rickettsia spp. podem causar doenças importantes na clínica de pequenos animais. Além disso, são de interesse em saúde pública, devido ao potencial zoonótico. O presente estudo objetivou avaliar os aspectos epidemiológicos destes hemoparasitos em cães de ambiente urbano e rural na mesorregião do Leste Maranhense, verificandose as possíveis diferenças da freqüência entre sexo, faixa etária, raças e atividade de caça, identificando-se os possíveis fatores de risco associados à infecção por estes agentes. Carrapatos foram coletados dos animais, identificados e pesquisados quanto à presença de riquétsias pela PCR. Amostras de soro e sangue de 323 cães foram colhidas em três municípios da microrregião de Chapadinha (Anapurus, Chapadinha, Mata Roma) para a realização da RiFI para Babesia canis, Ehrlichia canis e Rickettsia spp. e PCR para Babesia canis vogeli e Rickettsia spp. O parasitismo por carrapatos foi encontrado em 59,94% dos cães, sendo de três espécies: Rhipicephalus sanguineus, Amblyomma ovale e Amblyomma cajennense. Quanto ao tipo de infestação verificou-se associação significativa (p < 0,05), apenas para infestação mista sendo que, animais da zona rural apresentaram maior freqüência, 12,44% de animais infestados e zona urbana foi considerado um fator de proteção para infestação (OR=0,08). Para a RiFI estimou-se uma prevalência de 16,1%, 14,6%, 18,9% para B. canis, E. canis e Rickettsia spp., respectivamente. O único fator associados à infecção para B. canis foi raça. Para E. canis, as variáveis analisadas não foram associadas à infecção confirmando que não há predisposição racial, sexual ou etária. Para Rickettsia determinou-se R. amblyommii como provável antígeno responsável pela infecção natural de 19,67% dos cães, verificando-se associação significativa (p < 0,05) para animais de zona rural (32,9%), onde animais da zona urbana tiveram uma chance menor de se infectar (OR= 0,06). No PCR de sangue para B. canis vogeli 3 amostras foram positivas e para Rickettsia spp. todas as amostras foram negativas. A PCR dos carrapatos revelou uma amostra positiva para Rickettsia bellii. Conclui-se que B. canis, E. canis e Rickettsia spp. infectam os cães de zona rural e urbana na localidade de estudo.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus São Luis Centro de Ciências Agrárias – CCApt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL - PPGCApt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqMedicina Veterináriapt_BR
dc.identifier.rorhttps://ror.org/04ja5n907-
dc.identifier.capesdegreeprogramcode20002017002P6-
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