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Título: Circulação de impressos em São Luís (1799-1834)
Autor(es): Pinto, Lucas Gomes Carvalho
Orientador: Galves, Marcelo Cheche
Membro da Banca: Abrantes, Elizabeth Sousa
Membro da Banca: Costa, Yuri Michael Pereira
Data do documento: 2015
Editor: Universidade Estadual do Maranhão
Resumo: A historiografia maranhense dedicada aos primeiros decênios dos Oitocentos caracterizou o período, durante muito tempo, como de obscurantismo intelectual, antecedente / coadjuvante dos anos vindouros, marcados pelo surgimento do Grupo Maranhense. Parte dessa assertiva tomou como referência a afirmação de Antonio Bernardino Pereira do Lago (1822), em sua obra Estatística histórico-geográfica da província do Maranhão, de que à época não havia lojas de livros em São Luís. Em direção contrária, priorizo aqui a circulação de impressos em um período de crescimento da cidade principalmente após a Abertura dos Portos às nações amigas em 1808 e os Tratados de Amizade, assinados pelo governo do príncipe regente D. João com a Inglaterra. Analiso registros diversos, em especial dos órgãos censores responsáveis pelo controle da circulação de livros no Império Ultramarino Português, como a Real Mesa Censória e a Mesa do Desembargo do Paço: Corte, Extremadura e Ilhas presentes no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, além dos anúncios de venda de impressos nos primeiros periódicos maranhenses, que nos oferecem informações sobre pontos de venda, títulos, livreiros, público-alvo, preços etc.
Resumo: The Maranhão historiography dedicated to the first decades of the nineteenth century characterized the period, for a long time, as intellectual obscurantism, history / supporting the coming years, marked by the rise of Maranhão Group. Part of that approach took as a reference the statement Antonio Bernardino Pereira do Lago (1822), in its Statistics historical and geographical of Maranhao province, that at the time there was no book stores in São Luís. In the opposite direction, prioritize here printed circulation in a period of growth of the city especially after the opening of ports to friendly nations in 1808 and the Treaties of Friendship, signed by the Government of Prince Regent D. João with England. I analyze several records, especially the censors agencies responsible for circulating control books in Portuguese Overseas Empire, such as the Royal Censorship Board and the Bureau of the Palace of Desembargo: Court, Extremadura and Islands present in the National Archives of Torre do Tombo, in addition to printed selling ads in the first Maranhão journals, which offer us information about points of sale, titles, booksellers, target audience, pricing etc.
Palavras-chave: História do Mranhão
Maranhão Oitocentista
Livros - São Luís
Impressos - Maranhão
Circulação - impressos
Abertura dos Portos - 1808
Tratados de Amizades - Portugal - Ingfaterra
Dom João
Controle - circulação - livro
Império Ultramarino Português
Real Mesa Censória
Mesa do Desembargo do Paço
Venda - livro
Periódico - maranhense
Livreiros
Livraria do Correio
Arco do Cego
Censura - livro
Conselho Presidial
Anúncio - impressos
Impressos - maranhenses
History of Maranhão
Nineteenth-Century Maranhão
Books - São Luís
Circulation – printed materials
Opening of the Ports – 1808
Treaties of Friendship – Portugal – England
Circulation control – book
Portuguese Overseas Empire
Royal Board of Censors
Board of the Royal High Court
For sale – book
Periodical – Maranhão
Booksellers
Post Office Bookstore
Blind Man's Arch
Censorship – book
Presidial Council
Advertisement – ​​print
Printed Materials – Maranhão
Aparece nas coleções:Curso de Licenciatura em História - CECEN - UEMA - Monografias

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