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dc.creatorSilva, Daniely Lima-
dc.date.accessioned2026-09-16T14:13:10Z-
dc.date.available2026-09-16-
dc.date.available2026-09-16T14:13:10Z-
dc.date.issued2025-08-18-
dc.identifier.citationSILVA, Daniely Lima. Uso corporativo do território por serviços de saúde e seus reflexos na pandemia de Covid-19 na região geográfica imediata de Imperatriz, Maranhão, Brasil. 2025. 303 f. Dissertação (Mestrado em Geografia, Natureza e Dinâmica do Espaço - PPGEO) - Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais, Universidade Estadual do Maranhão - UEMA, São Luís-MA, 2026. Disponível em: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6752.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6752-
dc.description.abstractThis research aims to understand the corporate use of territory by health services in the Immediate Geographic Region of Imperatriz (RGII) and its effects during the Covid-19 pandemic. From this perspective, the study is based on the analysis of the distribution of medical-hospital services under the logic of territorial selectivity, the dynamics of patient mobility in search of care, and the spread of Covid-19 as a phenomenon that reveals and deepens pre-existing inequalities in the regional provision of healthcare. The temporal scope of the research encompasses the pandemic period from 2020 to 2022. The spatial scope is the RGII, as defined by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE) in 2017, based on the functional centrality exercised by Imperatriz over the municipalities that comprise this regional unit. Methodologically, the research unfolded in two interrelated stages, a theoretical stage, focused on bibliographic review and conceptual construction, and a technical-analytical stage, dedicated to the systematization and interpretation of secondary data from official sources. The theoretical foundation drew on key authors for a critical understanding of territory and its selective uses, such as Milton Santos (1996), Maria Laura Silveira (2011), Rogério Haesbaert (2007a), Claude Raffestin (1993), Marcelo Lopes de Souza (2008), Lucas Labigalini Fuini (2017), David Harvey (2005b), among others. The empirical analysis was based on data from DataSUS, CNES, ANS, SIOPS, IBGE, as well as from the AMS/2005 survey and the Health Statistics report (2009). The results indicate that the selective distribution of resources, equipment, professionals, and health infrastructure intensifies compulsory patient mobility flows, exposing the fissures and contradictions in the regionalization of Brazil’s Unified Health System (SUS), as well as in the role of the State in organizing and ensuring the right to health especially in territories where service provision remains subordinated to centralizing and unequal logics. This configuration reinforces regional asymmetries in access to medium- and high-complexity services, while deepening the dependence of peripheral areas on the regional center. Such centralization reveals not only the fragility of SUS regionalization but also the inadequacy of public infrastructure in responding equitably to public health crises, resulting in continuous and unequal displacements of populations in search of care.pt_BR
dc.description.sponsorshipFAPEMA-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectUso seletivo do territóriopt_BR
dc.subjectAtenção à saúdept_BR
dc.subjectSARS-CoV-2pt_BR
dc.subjectRegião Geográfica Imediata de Imperatrizpt_BR
dc.subjectSelective use of territorypt_BR
dc.subjectHealth carept_BR
dc.subjectImmediate Geographic Region of Imperatrizpt_BR
dc.titleUso corporativo do território por serviços de saúde e seus reflexos na pandemia de Covid-19 na região geográfica imediata de Imperatriz, Maranhão, Brasilpt_BR
dc.title.alternativeCorporate use of the territory by health services and its implications for the COVID-19 pandemic in the immediate geographic region of Imperatriz, Maranhão, Brazilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-1666-9038pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7856945663086520pt_BR
dc.contributor.advisor1Oliveira, Allison Bezerra-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-0320-5661pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8980505991600688pt_BR
dc.contributor.referee1Rodrigues, Zulimar Márita Ribeiro-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5398-6123pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6542138123433450pt_BR
dc.contributor.referee2Mattos Junior, José Sampaio de-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-0593-7612pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2288193304873040pt_BR
dc.description.resumoEsta pesquisa tem por objetivo compreender o uso corporativo do território pelos serviços de saúde na Região Geográfica Imediata de Imperatriz (RGII) e seus reflexos durante a pandemia de Covid-19. Nessa perspectiva, partiu-se da análise da distribuição dos serviços médico- hospitalares sob a lógica da seletividade territorial, da dinâmica de mobilidade de pacientes em busca de atendimento e do processo de propagação da Covid-19 como fenômeno que revela e aprofunda desigualdades preexistentes na oferta regional de saúde. O recorte temporal da pesquisa abrange o período pandêmico de 2020 a 2022. Já o recorte espacial corresponde à Região Geográfica Imediata de Imperatriz, definida pelo IBGE em 2017 com base na centralidade funcional exercida por Imperatriz sobre os municípios que compõem essa unidade regional. Metodologicamente, a pesquisa desenvolveu-se em duas etapas articuladas, uma teórica, centrada na revisão bibliográfica e na construção conceitual, e outra técnico-analítica, voltada à sistematização e interpretação de dados secundários oriundos de fontes oficiais. A fundamentação teórica mobilizou autores centrais para a compreensão crítica do território e de seus usos seletivos, como Milton Santos (1996), Maria Laura Silveira (2011), Rogério Haesbaert (2007a), Claude Raffestin (1993), Marcelo Lopes de Souza (2008), Lucas Labigalini Fuini (2017), David Harvey (2005b), entre outros. A análise empírica baseou-se em dados públicos e oficiais do DataSUS, CNES, ANS, SIOPS, IBGE, bem como das pesquisas AMS/2005 e Estatísticas da Saúde (2009). Os resultados indicam que a distribuição seletiva de recursos, equipamentos, profissionais e estruturas de saúde intensifica fluxos compulsórios de mobilidade de pacientes, revelando as fissuras e contradições do processo de regionalização do Sistema Único de Saúde (SUS) mas também da atuação do Estado na organização e garantia do direito à saúde, especialmente em territórios nos quais a oferta de serviços permanece subordinada a lógicas centralizadoras e desiguais. Tal configuração intensifica as assimetrias regionais no acesso aos serviços de média e alta complexidade, ao mesmo tempo em que reforça a dependência das áreas periféricas em relação ao centro regional. Essa centralização revela não apenas a fragilidade da regionalização do SUS, mas também a insuficiência da infraestrutura pública em responder, de maneira equânime, a situações de crise sanitária, condicionando deslocamentos contínuos e desiguais das populações em busca de atendimento.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus São Luis Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais – CECENpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA, NATUREZA E DINÂMICA DO ESPAÇO - PPGEOpt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqGeografiapt_BR
dc.identifier.rorhttps://ror.org/04ja5n907-
dc.identifier.capesdegreeprogramcode20002017039P7-
Aparece nas coleções:Mestrado em Geografia,Natureza e Dinâmica do Espaço - CECEN - Dissertações 

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