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dc.creatorSousa, Tatiara Assunção-
dc.date.accessioned2026-09-14T13:44:06Z-
dc.date.available2026-09-14-
dc.date.available2026-09-14T13:44:06Z-
dc.date.issued2026-07-08-
dc.identifier.citationSOUSA, Tatiara Assunção. É brincadeira ou racismo recreativo? O olhar das juventudes do C.E. Gonçalves Dias sobre o racismo recreativo. 2026. 82f. Trabalho de Conclusão de Curso - Monografia (Curso de Licenciatura em Ciências Sociais) - Centro de Estudos Superiores de Caxias, Universidade Estadual do Maranhão, Caxias - MA, 2026. Disponível em: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6713pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6713-
dc.description.abstractThis study aims to understand how young people at C.E. Gonçalves Dias perceive "recreational racism"—defined as a cultural practice that uses humor and jokes to position Black individuals as inferior (Moreira, 2019). Among these young people, the phenomenon manifests in everyday interactions within the school environment—a space where diverse identities converge and where racism often goes unnoticed, dismissed as mere "joking." This qualitative field study employs non-participant observation to identify the attitudes, speech, and specific jokes associated with recreational racism among the youth at C.E. Gonçalves Dias and to analyze the impact on their interpersonal relationships. The study draws on the work of theorists such as Silvio Almeida (2019), Adilson Moreira (2019), Djamila Ribeiro (2019), Grada Kilomba (2018), Nilma Lino Gomes (2021), Hall (2014), Antônio Groppo (2018), Munanga (2005), Lilia Schwarcz (2011), Cecília da Silva (2011), and Lelia Gonzalez (1984), among others. Analysis of the data leads to the conclusion that the Young people's lack of awareness regarding "recreational racism" naturalizes, masks, and reinforces the roots of prejudice, resulting in severe psychological, social, and physical harm to Black youth.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRacismo Recreativopt_BR
dc.subjectJuventudespt_BR
dc.subjectEscolapt_BR
dc.subjectIdentidadespt_BR
dc.subjectBrincadeirapt_BR
dc.subjectRecreational Racismpt_BR
dc.subjectYouthspt_BR
dc.subjectSchoolpt_BR
dc.subjectJokept_BR
dc.subjectIdentitiespt_BR
dc.titleÉ brincadeira ou racismo recreativo? O olhar das juventudes do C.E. Gonçalves Dias sobre o racismo recreativopt_BR
dc.title.alternativeIs it a joke or recreational racism? The perspective of the youth at C.E. Gonçalves Dias on recreational racismpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/3059497557803388pt_BR
dc.contributor.advisor1Santos, Elizete-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3685388217142413pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Rosane Lopes e-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8454285775369337pt_BR
dc.contributor.referee2Santos, Antonio Henrique Passos de Sousa-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5771899826482741pt_BR
dc.description.resumoA proposta do presente trabalho tem como objetivo compreender a percepção das juventudes do C.E. Gonçalves Dias sobre “racismo recreativo” definido como uma política cultural que utiliza o humor, e as piadas para colocar indivíduos negros em condições de inferioridade. (Moreira, 2019), entre as juventudes, esse fenômeno evidencia-se nas interações cotidianas, no ambiente escolar, espaço de convergência de diferentes identidades onde, frequentemente, o racismo passa despercebido e é interpretado como mera “brincadeira”. A pesquisa é de caráter qualitativo e de campo, diante disso busca-se identificar por meio do método da observação não participante, atitudes, falas, e piadas específicas do fenômeno racismo recreativo entre as juventudes do C.E. Gonçalves Dias, e analisar os impactos nas relações interpessoais das juventudes. O estudo está fundamentado nas contribuições de teóricos como Silvio Almeira (2019), Adilson Moreira, (2019); Djamila Ribeiro (2019) Grada Kilomba (2018), Nilma Lino Gomes, (2021), Hall, (2014), Antônio Groppo (2018), (Munanga (2005) Lilia Schwarcz (2011); Cecília da Silva (2011) Lelia Gonzales (1984), entre outros. A luz da análise dos dados, é possível concluir que a falta de conhecimento das juventudes sobre o fenômeno “racismo recreativo”, naturaliza, camufla e fortalece as raízes do preconceito, resultando em graves danos psicológicos, sociais e físicos para as juventudes negras.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Caxiaspt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqCiências Sociaispt_BR
dc.subject.cnpqClasses Sociais e Grupos de Interessept_BR
Aparece nas coleções:Curso de Licenciatura em Ciências Sociais - Caxias UEMA - Monografias

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