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dc.creatorAndrade, Alysson dos Reis-
dc.date.accessioned2026-09-03T17:59:19Z-
dc.date.available2026-09-03-
dc.date.available2026-09-03T17:59:19Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationANDRADE, Alysson dos Reis. A atuação do gigante Albion na América Lusa: a atividade consular britânica no Maranhão entre 1813 e 1823. 2014. 90f. Monografia (Graduação em História Licenciatura) - Universidade Estadual do Maranhão, São Luís, 2014. Disponível em: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6606pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6606-
dc.description.abstractIn the early nineteenth century, Britain emerged as the largest economic power, political and naval world. His power, however, is rivaled by Napoleonic France. Amid this crisis between the two major European powers, lies the battered Portuguese State, after employing a policy of neutrality in the Franco-British confrontation, chooses to ally with Britain. In 1808, after a series of negotiations between the British and the Portuguese government, the Royal Family arrives Lusa in Portuguese America, and with the "Opening of the Ports to Friendly Nations" and the Treaties of 1810, the British now have a series political, economic and social privileges in the Lusitanian colony. So, too Maranhão is deeply involved in this expanding British policy, however, not without recourse to resistance to contain the advance of British participation in the economy and society Maranhão. In this intense criticism of the British presence in Maranhão scenario, Britain sends in 1812, his first consular representative São Luís, Robert Hesketh, coming in order to protect British interests in the northernmost portion of America Lusa. The course of the expansion of British influence from Portugal to America Lusa process and the resulting opinions that Britain's policy in Maranhão land and consular activity Robert Hesketh practiced in the years leading up to the "membership" of the Maranhão independence of Brazil presented and analyzed in this study.en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectHistória - Grã-Bretaniapt_BR
dc.subjectHistória - Portugalpt_BR
dc.subjectAmérica Lusapt_BR
dc.subjectRobert Heskethpt_BR
dc.subjectAmérica Portuguesapt_BR
dc.subjectAbertura dos portospt_BR
dc.subjectTratados 1810pt_BR
dc.subjectExpansão britânciapt_BR
dc.subjectAdesão - Maranhão - Independênciapt_BR
dc.subjectHistória - Maranhãopt_BR
dc.subjectBrasil - colôniapt_BR
dc.subjectInteresses britânicos - Maranhãopt_BR
dc.subjectCônsul britânico - Maranhãopt_BR
dc.subjectMaranhão oitocentistapt_BR
dc.subjectEuropa oitocentistapt_BR
dc.subjectHistory - Great Britainpt_BR
dc.subjectHistory - Portugalpt_BR
dc.subjectPortuguese Americapt_BR
dc.subjectOpening of the portspt_BR
dc.subject1810 Treatiespt_BR
dc.subjectBritish expansionpt_BR
dc.subjectAccession – Maranhão – Independencept_BR
dc.subjectHistory - Maranhãopt_BR
dc.subjectBrazil – colonypt_BR
dc.subjectBritish interests – Maranhãopt_BR
dc.subjectBritish Consul – Maranhãopt_BR
dc.subject19th-century Maranhãopt_BR
dc.subjectNineteenth-century Europept_BR
dc.titleA atuação do gigante Albion na América Lusa: a atividade consular britânica no Maranhão entre 1813 e 1823pt_BR
dc.title.alternativeThe Role of the British Giant in Portuguese America: British Consular Activity in Maranhão between 1813 and 1823-
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.IDANDRADE, A. R.pt_BR
dc.contributor.advisor1Galves, Marcelo Cheche-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-7344-9277pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6812330304018227pt_BR
dc.contributor.referee1Abrantes, Elizabeth Sousa-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-4087-0057pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7559467621216584pt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Fábio Henrique Monteiro Silva-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-3889-0021pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6143561297090144pt_BR
dc.description.resumoNo começo do século XIX, a Grã-Bretanha desponta como a maior potência econômica, política e naval do mundo. Seu poderio, porém, é rivalizado pela França napoleônica. Em meio a essa crise entre as duas maiores potências europeias, encontra-se o combalido Estado português que, após empregar uma política de neutralidade em relação ao confronto franco-britânico, opta por se aliar à Grã-Bretanha. Em 1808, depois de uma série de negociações entre os britânicos e o governo português, a família real lusa desembarca na América Portuguesa e, com a “Abertura dos Portos às Nações Amigas” e os Tratados de 1810, os britânicos passam a ter uma série de privilégios políticos, econômicos e sociais na colônia lusa. Assim, também o Maranhão se encontra profundamente envolvido nessa política de expansão britânica, porém, não sem se valer de resistências para tentar conter o avanço da participação britânica na economia e na sociedade maranhenses. Nesse cenário de críticas intensas à presença britânica no Maranhão, a Grã-Bretanha envia, em 1812, seu primeiro representante consular São Luís, Robert Hesketh, vindo com o intuito de proteger os interesses britânicos na porção mais setentrional da América Lusa. O desenrolar do processo de expansão da influência britânica, desde Portugal até a América Lusa, bem como as opiniões advindas dessa política da Grã-Bretanha nas terras maranhenses e a atividade consular de Robert Hesketh praticada nos anos que antecederam a “adesão” do Maranhão à Independência do Brasil apresentados e analisados neste estudo.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus São Luis Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais – CECENpt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqHistóriapt_BR
dc.subject.cnpqCiências Humanaspt_BR
dc.subject.cnpqHistória do Brasil Colôniapt_BR
dc.identifier.rorhttps://ror.org/04ja5n907-
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