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dc.creatorLeite, Paulo Victor Arouche Costa-
dc.date.accessioned2026-08-17T14:08:41Z-
dc.date.available2026-08-17-
dc.date.available2026-08-17T14:08:41Z-
dc.date.issued2026-07-07-
dc.identifier.citationLEITE, Paulo Victor Arouche Costa. Oitenta anos de crise: o holocausto reimaginado e o genocídio palestino. 2026. 77 f. Monografia (Curso de Bacharelado em Relações Internacionais) - Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Estadual do Maranhão, São Luis - MA, 2026. Disponível em: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6432pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6432-
dc.description.abstractThe Hamas attack of October 7, 2023, is considered the worst assault on the Jewish community since the Holocaust. Analysts and international media have dubbed the event an "Israeli 9/11," alluding to the Al-Qaeda attacks on the United States in 2001. This study seeks to analyze the connection between the Jewish Holocaust and the Palestinian genocide, intensified by the 2023 crisis, pointing out that the Holocaust, beyond being a humanitarian catastrophe, it is part of an open society's politics of memory directed against its enemies. This policy is part of a hegemonic communicative framework that legitimizes the State of Israel and condemns Palestinians to degrading conditions rooted in the same colonial racism that, in the past, condemned Jews to concentration and extermination camps. We argue that the relative historical distance from the Holocaust necessitates an update to this politics of memory, guided by its association with the U.S. "September 11" attacks, the major Western trauma of the 21st century, thereby reaffirming the pact of absolute defense of Israel, which not only condemns Palestinian lives but also desecrates the memory of Holocaust victims. The research is conducted at the intersection of History and International Relations, using a counter-hegemonic, materialist theoretical perspective rooted in the anti-colonial struggle. The methodology is qualitative, encompassing the analysis of news reports and official statements as well as a review of specialized literature, grounded in the "problem-history" approach and critical theory of international relationspt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectHolocaustopt_BR
dc.subjectSionismopt_BR
dc.subjectPalestinapt_BR
dc.subjectGenocídiopt_BR
dc.subjectTerrorismopt_BR
dc.subjectNazismopt_BR
dc.subjectConflito israelo-palestinopt_BR
dc.subjectDireitos humanospt_BR
dc.subjectHolocaustpt_BR
dc.subjectZionismpt_BR
dc.subjectPalestinept_BR
dc.subjectGenocidept_BR
dc.subjectTerrorismpt_BR
dc.subjectNazismpt_BR
dc.subjectIsraeli-Palestinian conflictpt_BR
dc.subjectHuman rightspt_BR
dc.titleOitenta anos de crise: o holocausto reimaginado e o genocídio palestinopt_BR
dc.title.alternativeEighty years of crisis: the Holocaust reimagined and the Palestinian genocidept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0515269649856875pt_BR
dc.contributor.advisor1Prado Filho, Carlos Roberto Staine-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1588021120565262pt_BR
dc.contributor.advisor2Naddi, Beatriz Walid de Magalhães-
dc.contributor.advisor2IDhttps://orcid.org/0000-0002-3201-9609pt_BR
dc.contributor.advisor2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2060117358525218pt_BR
dc.contributor.referee1Jesus, Thiago Allisson Cardoso de-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-4605-8019pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5469677786284210pt_BR
dc.description.resumoO ataque do Hamas, de 7 de outubro de 2023, é considerado a pior agressão à comunidade judaica desde o holocausto. Analistas e a mídia internacional chamaram o acontecimento de “11 de Setembro israelense”, em alusão aos ataques da Al-Qaeda aos Estados Unidos em 2001. A presente pesquisa busca analisar a relação entre o holocausto judeu e o genocídio palestino, aprofundado com a crise de 2023, apontando que o holocausto, para além da catástrofe humanitária, faz parte de uma política de memória da sociedade aberta contra seus inimigos. Essa política faz parte de uma estrutura comunicativa hegemônica que legitima o Estado de Israel e condena os palestinos a condições degradantes, pautadas no racismo colonial que, no passado, condenaram os judeus aos campos de concentração e extermínio. Defendemos que o relativo distanciamento histórico do holocausto exige a atualização dessa política de memória, orientada por sua associação ao “11 de Setembro” estadunidense, o grande trauma ocidental do século XXI, reafirmando o pacto de defesa absoluta de Israel que, além de condenar vidas palestinas, vilipendia a memória das vítimas do holocausto. A pesquisa é realizada na interface da História e das Relações Internacionais, mobilizando uma perspectiva teórica contra hegemônica, materialista, baseada na luta anticolonial. A metodologia é qualitativa, incluindo a análise de notícias, pronunciamentos oficiais e a revisão de literatura especializada, fundamentado na abordagem da história-problema e da teoria crítica das relações internacionaispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus São Luis Centro de Ciências Sociais Aplicadas – CCSApt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqRelações Internacionaispt_BR
Aparece nas coleções:Curso de Relações Internacionais Bacharelado - CCSA - UEMA - Monografias 

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