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Título: (Re)significação do saber e do fazer-se professor na Educação Infantil a partir da autoformação docente.
Título(s) alternativo(s): (Re)signifying knowledge and the process of becoming a teacher in Early Childhood Education through teacher self-development.
Autor(es): Lima, Carolina Augusta Almeida
Orientador: Vilanova-Campelo, Regina Célia
Membro da Banca: Costa, Ana Patrícia Sá Martins
Membro da Banca: Brito, Antonia Edna
Data do documento: 2025-06-17
Editor: Universidade Estadual do Maranhão
Resumo: A dissertação desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) – Mestrado Profissional da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), insere-se na linha de pesquisa Formação de Professores e Práticas Educativas. O estudo teve como objetivo principal analisar a autoformação de professoras da Educação Infantil a partir das dimensões educacional, social e cultural, tomando como eixo central as experiências formativas construídas no cotidiano das práticas docentes. Além disso, buscou-se elaborar um produto técnico-tecnológico na forma de um Guia de Estudos para a Autoformação de Professoras da Educação Infantil, com base nos resultados da investigação, a fim de contribuir com processos formativos emancipatórios e reflexivos voltados à prática docente. A pesquisa seguiu uma abordagem qualitativa, de natureza interpretativa, do tipo pesquisa de campo, fundamentada em Minayo (2010), André (1995), Triviños (2009) e Gil (2008). As entrevistas semiestruturadas foram realizadas com nove professoras da Unidade de Educação Básica (UEB) Cecília Meireles, em São Luís – MA. A análise dos dados foi conduzida com base na técnica de análise de conteúdo, conforme Bardin (2016), permitindo a identificação de categorias temáticas a partir das experiências docentes. Os resultados evidenciaram que a autoformação se configura como um processo plural, contínuo e situado, alimentado pela experiência, pela reflexão crítica e pelas relações interpessoais no contexto escolar. Fundamentada em autores como Josso (2007), Loss e Caetano (2017), Loss (2021), Demo (2002), Ferreira (2013), Nóvoa (1999), Pineau (2006) e Freire (2019), entre outros que abordam a temática da autoformação, a investigação reafirma a importância de reconhecer a professora como sujeito ativo da própria trajetória formativa. As participantes demonstraram utilizar práticas cotidianas, trocas entre pares e saberes da experiência como fontes legítimas de conhecimento. Como desdobramento da pesquisa, foi elaborado o Guia de Estudos para a Autoformação de Professoras da Educação Infantil, reunindo textos, propostas formativas, recursos multimídia e espaços de autorreflexão, estruturados com base nas falas das docentes e voltados à promoção de práticas significativas e emancipadoras. Conclui-se que os processos de autoformação docente, quando reconhecidos, valorizados e estimulados, fortalecem a identidade profissional, promovem a ressignificação da prática pedagógica e contribuem para a construção de uma educação infantil mais humanizada, crítica e comprometida com a infância e com a justiça social.
Resumo: The main objective of this study was to analyze the self-training of early childhood education teachers through educational, social, and cultural dimensions, focusing on formative experiences constructed in the everyday context of teaching practices. Additionally, it aimed to develop a technical-technological product in the form of a Study Guide for the Self-Training of Early Childhood Education Teachers, based on the research findings, in order to contribute to emancipatory and reflective formative processes directed at teaching practice. The research followed a qualitative approach, with an interpretive nature, and was characterized as field research, based on Minayo (2010), André (1995), Triviños (2009), and Gil (2008). Semi-structured interviews were conducted with nine teachers from Unidade de Educação Básica (UEB) Cecília Meireles, in São Luís – MA. Data analysis was carried out using the content analysis technique, as proposed by Bardin (2016), enabling the identification of thematic categories based on the teachers' experiences. The results showed that self-training is configured as a plural, continuous, and situated process, nourished by experience, critical reflection, and interpersonal relationships within the school context. Grounded in authors such as Josso (2007), Loss and Caetano (2017), Loss (2021), Demo (2002), Ferreira (2013), Nóvoa (1999), Pineau (2006), and Freire (2019), among others who address the theme of self-training, the research reaffirms the importance of recognizing the teacher as an active subject in her own formative journey. The participants demonstrated that they rely on daily practices, peer exchanges, and experiential knowledge as legitimate sources of learning. As an outcome of the research, the Study Guide for the Self-Training of Early Childhood Education Teachers was developed, bringing together texts, formative proposals, multimedia resources, and spaces for self-reflection, structured around the teachers’ narratives and aimed at promoting meaningful and emancipatory practices. It is concluded that self-training processes, when recognized, valued, and encouraged, strengthen professional identity, promote the re-signification of pedagogical practice,and contribute to building a more humanized, critical, and socially committed early childhood education.
Palavras-chave: autoformação docente
professoras da educação infanti
o saber e fazer pedagógico
teacher self-training
early childhood education teachers
pedagogical knowledge and practice
Aparece nas coleções:Mestrado em Educação - CECEN - Dissertações 

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