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dc.creatorSilva, Karla Karliane Pereira-
dc.date.accessioned2026-07-01T19:39:12Z-
dc.date.available2026-07-01-
dc.date.available2026-07-01T19:39:12Z-
dc.date.issued2025-05-27-
dc.identifier.citationSILVA, Karla Karliane Pereira. Quantificação espaço-temporal da fragmentação florestal na Amazônia e seu impacto nos estoques de carbono. . 2025. 71 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Agroecologia) - Centro de Ciências Agrárias, Universidade Estadual do Maranhão, São Luís - MA, 2025. Disponível em: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6238pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6238-
dc.description.abstractBetween 1990 and 2021, the International Amazon lost 672,295 km² of forest cover. This study analyzed the impacts of forest fragmentation during this period, based on seven morphological landscape classes: Core, Edge, Bridge, Loop, Branch, Islet, and Perforation. The MSPA model and Sentinel-2 imagery were used to classify and quantify structural connectivity, estimating carbon stocks from aerial biomass data. CO₂ emission estimates were obtained based on recognized conversion factors. Statistical analysis showed significant differences between classes, with emphasis on the reduction of Core areas, the main carbon reservoirs. French Guiana maintained 74.22% of the forest in Core state; Bolivia, 27.06%; and Brazil, 43.29% of the remaining forest fragmented. The most isolated areas had lower biomass density, indicating high vulnerability to degradation. In total, estimated emissions resulting from fragmentation amounted to 9.48 Pg of CO₂, equivalent to 31.61% of total emissions from deforestation during the period. The data show that forest fragmentation contributes significantly to the increase in emissions and reinforces the importance of maintaining large continuous blocks of vegetation for the integrity of ecosystems.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAmazôniapt_BR
dc.subjectEmissões de CO₂pt_BR
dc.subjectFragmentaçãopt_BR
dc.subjectBiomassa Florestalpt_BR
dc.subjectAmazonpt_BR
dc.subjectCO₂ emissionspt_BR
dc.subjectFragmentationpt_BR
dc.subjectForest biomasspt_BR
dc.titleQuantificação espaço-temporal da fragmentação florestal na Amazônia e seu impacto nos estoques de carbono.pt_BR
dc.title.alternativeSpatiotemporal quantification of forest fragmentation in the Amazon and its impact on carbon stocks.pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0005-4547-4052pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3165707543066469pt_BR
dc.contributor.advisor1Gehring, Christoph-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-1964-4397pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6957149841520467pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Silva Junior, Celso Henrique-
dc.contributor.referee1Muniz, Francisca Helena-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-8511-7424pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8606116806263977pt_BR
dc.contributor.referee2Rodrigues, Taíssa Caroline Silva-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-7320-2717pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8221471343599068pt_BR
dc.description.resumoEntre 1990 e 2021, a Amazônia Internacional perdeu 672.295 km² de cobertura florestal. Este estudo analisou os impactos da fragmentação florestal nesse período, com base em sete classes morfológicas de paisagem: Núcleo, Borda, Ponte, Laço, Ramo, Ilhota e Perfuração. Utilizou-se o modelo MSPA e imagens Sentinel-2 para classificar e quantificar a conectividade estrutural, estimando os estoques de carbono a partir de dados de biomassa aérea. As estimativas de emissão de CO₂ foram obtidas com base em fatores de conversão reconhecidos. A análise estatística demonstrou diferenças significativas entre as classes, com destaque para a redução das áreas de Núcleo, principais reservatórios de carbono. A Guiana Francesa manteve 74,22% da floresta em estado de Núcleo; a Bolívia, 27,06%; o Brasil, 43,29% da floresta remanescente fragmentada. As áreas mais isoladas apresentaram menor densidade de biomassa, indicando elevada vulnerabilidade à degradação. No total, as emissões estimadas decorrentes da fragmentação somaram 9,48 Pg de CO₂, equivalentes a 31,61% das emissões totais do desmatamento no período. Os dados evidenciam que a fragmentação florestal contribui de forma expressiva para o aumento das emissões e reforçam a importância da manutenção de grandes blocos contínuos de vegetação para a integridade dos ecossistemas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus São Luis Centro de Ciências Agrárias – CCApt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGROECOLOGIA - PPGApt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqEcologiapt_BR
dc.subject.cnpqEcologia de Ecossistemaspt_BR
Aparece nas coleções:Mestrado em Agroecologia CCA - Dissertações

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