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Título: Memória na obra “É Nosso Solo Sagrado da Terra”, de Alda Espírito Santo
Título(s) alternativo(s): Memory in the work "It Is Our Sacred Soil of the Earth", by Alda Espírito Santo
Autor(es): Rocha, Larissa de Jesus Holanda
Orientador: Morais, Solange Santana Guimarães
Membro da Banca: Mendes, Algemira de Macêdo
Membro da Banca: Carvalho, Diógenes Buenos Aires de
Data do documento: 2024-05-29
Editor: Universidade Estadual do Maranhão
Resumo: Alda Espírito Santo, em sua obra É nosso o solo sagrado da terra (1978), através de poemas, faz a releitura das lutas, desafios e aspirações da população santomense, ressaltando suas experiências e dificuldades. Sua escrita tornou-se eficaz para transmitir as vozes silenciadas e para promover a conscientização sobre as questões de desigualdade e opressão colonial. Nesse sentido, seus poemas apresentam a voz dos marginalizados, enfatizando a importância da igualdade, dignidade e justiça para todos, independentemente de seu gênero ou idade. Desse modo, este trabalho se baseia na perspectiva memorialística para analisar os poemas que se enquadram nessa linha de pesquisa, uma vez que a autora relembra acontecimentos do passado como forma de incentivar o espírito libertário diante da opressão colonial. Diante dessa situação, a atenção desta pesquisa está centrada nos estudos teóricos sobre a poesia, memória e a base de formação da literatura santomense. O estudo é qualitativo, bibliográfico, crítico literário, baseado na visão teórica de Bosi (1977), Candau (2005; 2011), Cortez e Rodrigues (2005), Crippa e Laranjeira (2018), Eliot (1991), Fanon (1968), Fraga (2006), Halbwachs (2006), Mata e Padilha (2006), Margarido (1994), Negueiros (1895), Paz (1982), Pollak (1989), Schlegel, Seibert (2015) e outros. A obra É nosso o solo sagrado da terra, evidencia como a literatura proporciona reflexões sobre o lugar que as minorias ocupam na sociedade e como a memória coletiva é fundamental para a sua organização.
Resumo: Alda Espírito Santos, in her work É nosso o solo sagrado da terra (1978), presents through poems a reinterpretation of the struggles, challenges and aspirations of the São Tomé population, highlighting their experiences and difficulties. Her writing became effective in conveying silenced voices and in promoting awareness about the issues of inequality and colonial oppression. In this regard, her poems give voice to the marginalized, emphasizing the importance of equality, dignity, and justice for everyone, regardless of their gender or age. Therefore, this work uses a memorialist perspective to analyze the poems that fit into this line of research, since the author recalls events from the past as a way of encouraging the libertarian spirit in the face of colonial oppression. Given this situation, the attention of this research is focused on theoretical studies on poetry, memory and the basis for the formation of Santomean literature. The study is qualitative, bibliographic, literary critical, based on the theoretical vision of Bosi (1977), Candau (2005; 2011), Cortez and Rodrigues (2005), Crippa e Laranjeira (2018), Eliot (1991), Fanon (1968), Fraga (2006), Halbwachs (2006), Mata e Padilha (2006), Margarido (1994), Negueiros (1895), Paz (1982), Pollak (1989), Schlegel, Seibert (2015), among others. The work É nosso o solo sagrado da terra highlights how literature provides reflections on the place that minorities occupy in society and how collective memory is fundamental to its organization.
Palavras-chave: Alda Espírito Santo
Literatura Africana
Poesia
Memória
African Literature
Poetry
Memory
Aparece nas coleções:Mestrado em Letras - CECEN - Dissertações

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