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dc.creatorSilveira, Patricia Kauffmann Fidalgo Cardoso da-
dc.date.accessioned2026-05-08T20:16:19Z-
dc.date.available2026-05-08-
dc.date.available2026-05-08T20:16:19Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationSILVEIRA, Patricia Kauffmann Fidalgo Cardoso da.Pesquisando o Maranhão colonial: manual de fontes manuscritas e paleografia. Universidade Estadual do Maranhão. São Luís, 2025. Disponível em: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6103pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6103-
dc.description.abstractOver time, many definitions have been applied to Paleography: an art, a discipline, a method, a technique, or a science. Its field is comprehensive and involves studies ranging from the evolution of writing, its characters, instruments and supports used, to its deciphering, reading and/or interpretation. Etymologically, paleography derives from the joining of two Greek words: palaios – which means ancient or primitive, and graphein – which means writing or script, resulting in ancient writing. In this Manual, aimed primarily at future historians and researchers in related fields, we will address Paleography as a technical tool to aid in the critical interpretation of ancient manuscript documents. We also understand that Paleography is a science, since it involves specific procedures and methods, employed in a systematic and verifiable manner. The product we are presenting here is the result of the thesis entitled "Pombaline Maranhão: Conflicts, Jurisdiction, and Authority in the Government of Joaquim de Melo e Póvoas (1761-1779)," which deals with the unfolding of conflicts observed in the relations between the governor and other royal agents – namely the auditor and the judge, as well as members of the local power, represented by the councilors. Particularly noteworthy among classic authors from Maranhão, the government of Melo e Póvoas is traditionally seen as the one that marks the beginning of the opulence and wealth of the captaincy, made possible not only by his actions, but also by the activities of the General Company of Commerce of Grão-Pará and Maranhão. Widely celebrated and praised in such works, the numerous conflicts that characterized the last years of his government were not addressed by the authors – a situation that contributed to a practically unanimous historical representation of him. Nephew of the influential Marquis of Pombal, Melo e Póvoas faced a serious political crisis after his uncle's dismissal, which occurred in 1777. The end of his government was marked by complaints and accusations, as well as the progressive decrease in his authority.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.relationhttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/6100pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEnsino de históriapt_BR
dc.subjectMaranhão colonialpt_BR
dc.subjectPesquisapt_BR
dc.subjectManuscritopt_BR
dc.subjectPaleografiapt_BR
dc.subjectManualpt_BR
dc.subjectHistory teachingpt_BR
dc.subjectSearchpt_BR
dc.subjectManuscriptpt_BR
dc.subjectPaleographypt_BR
dc.titlePesquisando o Maranhão colonial: manual de fontes manuscritas e paleografiapt_BR
dc.title.alternativeResearching colonial Maranhão: a manual of manuscript sources and paleographypt_BR
dc.typeOutropt_BR
dc.contributor.advisor1Helidacy Maria Muniz Corrêapt_BR
dc.description.resumoAo longo do tempo muitas definições já foram aplicadas à Paleografia: uma arte, uma disciplina, um método, uma técnica ou uma ciência. Seu campo é abrangente e implica estudos que incluem desde a evolução da escrita, seus caracteres, instrumentos e suportes utilizados, até sua decifração, leitura e/ou interpretação. Etimologicamente, paleografia deriva da junção de duas palavras gregas: palaios – que significa antigo ou primitivo, e graphein – que significa escrita ou grafia, resultando em escrita antiga. Neste Manual, voltado sobretudo para futuros historiadores e pesquisadores de áreas afins, abordaremos a Paleografia enquanto ferramenta técnica auxiliar de leitura para a interpretação crítica de documentos manuscritos antigos. Compreendemos, ainda, que a Paleografia é uma ciência, uma vez que comporta procedimentos e métodos específicos, empregados de maneira sistemática e verificável. O produto que ora apresentamos é fruto da tese intitulada Maranhão pombalino: conflitos, jurisdição e autoridade no governo de Joaquim de Melo e Póvoas: (1761-1779), que trata dos desdobramentos dos conflitos observados nas relações entre o governador e outros agentes régios – nomeadamente ouvidor e juiz de fora, assim como membros do poder local, representado pelos camaristas. Particularmente notório entre autores clássicos maranhenses, o governo de Melo e Póvoas é tradicionalmente visto como aquele que marca o início da opulência e riqueza da capitania, possibilitado não só por suas ações, mas também pela atuação da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão. Bastante celebrado e elogiado em tais obras, os numerosos conflitos que caracterizaram os últimos anos de seu governo não foram abordados pelos autores – situação que contribuiu para uma representação histórica praticamente unânime a seu respeito. Sobrinho do influente Marquês de Pombal, Melo e Póvoas passou a enfrentar uma grave crise política após a demissão do tio, ocorrida em 1777. O fim de seu governo ficou marcado por queixas e denúncias, assim como pela progressiva diminuição de sua autoridade.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqEducaçãopt_BR
dc.subject.cnpqHistóriapt_BR
Aparece nas coleções:Doutorado Profissional em História - CECEN - Produtos Educacionais

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