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Campo DCValorIdioma
dc.creatorConceição, Simone Silva da-
dc.date.accessioned2026-03-24T18:10:11Z-
dc.date.available2026-03-24-
dc.date.available2026-03-24T18:10:11Z-
dc.date.issued2025-12-19-
dc.identifier.citationCONCEIÇÃO, Simone Silva da. AEE é língua portuguesa para o aluno surdo em uma escola de ensino básico na cidade de Colinas - MA. 2025. 37 f. Artigo Científico (Graduação em Licenciatura em Letras Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa) - Universidade Estadual do Maranhão, Campus Colinas, 2025. Disponível em: https://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/5981pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/5981-
dc.description.abstractThis study analyzes the Specialized Educational Assistance (AEE) aimed at teaching Portuguese to deaf students in a public school in Colinas, considering Libras as the first language and written Portuguese as the second language (Ferreira; Lodi, 2015). The research is based on the understanding that teaching deaf students requires bilingual methodologies grounded in visuality, mediation in Libras, and the elimination of communication barriers. The study examines how AEE is organized, which pedagogical practices are used, and how articulation occurs between the regular classroom and specialized support. The theoretical framework reviews the main legal milestones of inclusive education in Brazil, such as the Federal Constitution, the LDB, the Libras Law, Decree 5.626/2005, and Law 14.191/2021, which guarantee the right to bilingualism and AEE. Authors such as Skliar (1997; 1998), Quadros (2004; 2011), Branco (2023), and Perlin (1998) are used to support the idea that deafness should be understood as a cultural and linguistic difference.The research, which follows a qualitative and descriptive approach, uses a questionnaire administered to a Portuguese language teacher. The results show significant communication barriers, absence of an interpreter, lack of collaborative planning, and practices that do not meet the linguistic needs of the deaf student. It is concluded that the challenges faced stem mainly from the lack of institutional conditions, bilingual training, and adequate resources. Strengthening AEE and promoting truly inclusive practices are therefore necessarypt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual do Maranhãopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBilinguismopt_BR
dc.subjectAEEpt_BR
dc.subjectPráticas pedagógicaspt_BR
dc.subjectEnsino Bilínguept_BR
dc.subjectBilingualismpt_BR
dc.subjectPedagogical practicespt_BR
dc.subjectBilingual educationpt_BR
dc.titleAEE é língua portuguesa para o aluno surdo em uma escola de ensino básico na cidade de Colinas-MApt_BR
dc.title.alternativeAEE is Portuguese language for deaf students in a basic education school in the city of Colinas-MA.pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9137938798965811pt_BR
dc.contributor.advisor1Sousa, João lira Antônio de-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-1078-0963pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2825626535368009pt_BR
dc.contributor.referee1Alcântara, Francisco Helson do Carmo-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1489979161245202pt_BR
dc.contributor.referee2Teixeira, Daniel dos Santos-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6111761753538963pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho analisa o Atendimento Educacional Especializado (AEE) destinado ao ensino de Língua Portuguesa para estudantes surdos em uma escola pública de Colinas, considerando a Libras como primeira língua e o Português escrito como segunda língua (Ferreira; Lodi, 2015). A pesquisa parte da compreensão de que o ensino voltado a alunos surdos exige metodologias bilíngues fundamentadas na visualidade, na mediação em Libras e na eliminação de barreiras comunicacionais. O estudo examina como o AEE é organizado, quais práticas pedagógicas são utilizadas e como ocorre a articulação entre sala regular e atendimento especializado. A fundamentação teórica revisa os principais marcos legais da educação inclusiva no Brasil, como a Constituição Federal, a LDB, a Lei da Libras, o Decreto 5.626/2005 e a Lei 14.191/2021, que garantem o direito ao bilinguismo e ao AEE. Autores como Skliar (1997;1998), Quadros (2004;2011), Branco (2023) e Perlin (1998) são utilizados para sustentar que a surdez deve ser entendida como diferença cultural e linguística. A pesquisa, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, utiliza questionário aplicado a uma professora de Língua Portuguesa. Os resultados mostram barreiras comunicacionais significativas, ausência de intérprete, falta de planejamento colaborativo e práticas que não atendem às necessidades linguísticas da aluna surda. Conclui-se que os desafios enfrentados decorrem principalmente da falta de condições institucionais, formação bilíngue e recursos adequados, sendo necessário fortalecer o AEE e promover práticas verdadeiramente inclusivaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Colinaspt_BR
dc.publisher.initialsUEMApt_BR
dc.subject.cnpqLetraspt_BR
Aparece nas coleções:Curso de Licenciatura em Letras Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa - Colinas UEMA - Artigo

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