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Título: Um modelo preditivo baseado em biomarcadores em peixes aplicado a uma área protegida do Maranhão
Autor(es): Sousa, Débora Batista Pinheiro
Data do documento: 2015
Editor: UEMA
Resumo: Neste estudo, objetivou-se obter um modelo preditivo de impactos baseado em biomarcadores em tambaqui (Colossoma Macropomum) da  Àreas de Proteção Ambiental do Maracanã, São Luís-MA. Os peixes foram amostrados em dois locais da Àrea de Proteção ambiental do chuvoso e de estiagem. Amostras de água foram coletadas para análise dos parâmetros abióticos. O sangue foi retirado de cada exemplar e, posteriormente lâminas foram confeccionadas para análise de micronúcleo e anormalidade eritrocítas  com giemsa e laranja de acridina (LA). As brânquias de cada exemplar foram desidratadas em uma serié crescente de álcoois e incluídas em parafina. Cortes de 5 µm foram corados com hematoxilina e eosina. O grau de severidade das lesões histopatológicas foi baseado de acordo com Bernet et al., (1999). A construção do modelo preditivo para o efeito dos impactos ambientais foi estabelicido através de um ajuste de uma superficie aos dados mensurados que estão distribuídos no espaço em três dimensões (necrose, anormalidades e micronúcleo) para A2 no período seco e chuvoso. Os dados de comprimento total e furcal foram sempre maiores para os peixes de A1 quando comparados com A2. Foram identificados anormalidades eritrocíticas apenas nos peixes coletados em A2. Os micronúcleos foram encontraos em A1 e A2. Nos eritrócitos corados com LA, foram encontradas anormalidades eritrocíticas do tipo: eritrocítos maduros (monocromáticos), micronúcleo, núcleo entalhado, núcleo vaclolizado, núcleo binucleado. Os dados em LA nos permitiram encontrar mais alterações celulares sendo considerada uma metodologia válida. Em relação aos parâmetros hematológicos, a média dos cálculos para o volime corpuscular médio, hemoglobina corpuscular média e concentração de hemoglobina corpuscular foram menores em A2 em relação aos peixes coletados em A1. A necrose é carcterizada como o mais alto grau de severidade histopatológica nos peixes e só é possivel ser constatada pelo exame histopatológico. Nossos resusltados sugerem que o modelo preditivo baseado em parâmetros sanguíneois e morfológicos podem subsidiar programas de biomonitoramento em áreas protegidas e estabelecer valores de condição fisiológica e patlógica para o tambaqui, apenas com a retirada de sangue, sem a necessidade de eutanásia do animal.
Palavras-chave: Proteção ambiental Maracanã
Modelo matemático
Tambaqui
Aparece nas coleções:Mestrado em Recursos Aquáticos e Pesca - CECEN - Dissertações

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