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Título: Avaliação da composição de especies de fungos micorrízicos arbusculares – FMA nos diferentes usos do solo na Amazônia Oriental
Autor(es): Martinez, Henry Alexander Reyes
Palavras-chave: Abundancia de glomerosporos
Composição de especies
Glomalina
Matéria orgânica
Glomus
Data do documento: 29-Set-2017
Editor: UEMA
Resumo: Como a transformação antrópica das florestas tropicais da Amazônia em terras degradadas continua, o papel dos fungos micorrízicos arbusculares (FMA) permanece no escuro. Este artigo descreve as mudanças na FMA (abundância de glomerosporos, composição e diversidade de espécies e conteúdo de glomalina) ao longo da sucessão de florestas secundárias, e exploramos os impactos da sazonalidade e da fisicoquímica do solo. A pesquisa foi conduzida numa região de agricultura itinerante na periferia oriental da Amazônia, florestas secundarias “jovens”(3-4 anos) e 'meia idade' (6-9 anos), e em florestas maturidade (> 120 anos de idade) nas estações secas (novembro de 2015) como nas chuvosas (maio de 2016). Identificamos um total de 36 espécies de FMA, correspondendo a 24,1% da riqueza de espécies do Brasil e 12,5% da AMF conhecida mundialmente. Os gêneros Glomus e Acaulospora predominaram em todos os estádios sucessionais, com 58,3% e 25% de toda riqueza de espécies, respectivamente. O BCA sugere que a composição de espécies de FMA foi impulsionada principalmente pela sazonalidade (16%) e apenas marginalmente (embora igualmente significativamente) por sucessão (8%). Um subconjunto de variedades de solo (pH, OM, Al, CEC, Ca) apresentou alta correlação (r2 = 0,46) com abundância de glomerosporos e composição de espécies. Embora as espécies de glomerosporos diferissem significativamente entre florestas de 3-4 anos e> 120 anos, as diferenças foram pequenas e - ao contrário da diversidade de espécies de vegetação - a diversidade foi maior no rebrotamento de 3-4 anos. A similaridade florística da FMA entre estes tipos contrastantes de vegetação foi alta (‘r = 0,79’). Nem o conteúdo de glomalina facilmente extraível nem total diferiram significativamente entre estações ou estágios sucessionais, embora contribuíssem substancialmente (média geral de 2,5%) para o total de carbono da matéria orgânica do solo. Nossos resultados apóiam a visão de um conjunto limitado de espécies de FMAs com apenas diferenças muito sutis entre o novo crescimento (degradado) secundário e as florestas maduras. Assim, as trajetórias sucessionais de recuperação da vegetação após repetidos ciclos de cultivo de deslocamento provavelmente não são limitadas pela disponibilidade da FMA.
Descrição: 67 f. Dissertação (Mestrado em Agroecologia) - Universidade Estadual do Maranhão,São Luís,2017. Orientador: Prof. PhD Christoph Gehring.
URI: http://repositorio.uema.br/jspui/handle/123456789/1389
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