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Title: Caracterização do fluxo de subprodutos não comestíveis de origem animal no Estado do Maranhão no período de 2013 a 2016
Authors: Moreira, Danner Silva
Keywords: Subprodutos não comestíveis
Fiscalização
Defesa Sanitária
Trânsito
Issue Date: 2018
Publisher: UEMA
Abstract: <p>Os subprodutos de origem animal são partes ou derivados oriundos de animais, não destinados à alimentação humana, que têm importância fundamental para a saúde pública. O objetivo do presente trabalho foi levantar informações sobre o trânsito dos subprodutos não comestíveis de origem animal no estado do Maranhão, no período de 2013 a 2016. Essas informações foram obtidas através da análise dos documentos oficiais, Guia de Trânsito para Subprodutos de Origem Animal (GTSOA), emitida para trânsito intraestadual, e Certificado de Inspeção Sanitária modelo E CIS-E, emitida para trânsito intra e interestadual, por médicos veterinários da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Estado do Maranhão e por médicos veterinários credenciados pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento Os subprodutos que possuem maior relevância para trânsito no Estado do Maranhão são as aparas e raspas bovinas, seguidas do couro bovino, tanto em quantidade de quilogramas de subprodutos transportados quanto em quantidade de documentações emitidas. O Maranhão envia maior quantidade (1062105,46 toneladas) de subprodutos para estados das regiões fronteiriças, a exemplo dos estados do Pará e Tocantins, porém o trânsito ocorre para a maioria dos estados do país, a exemplo dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Os municípios de Governador Edison Lobão, Porto Franco e Miranda do Norte são os municípios que mais movimentam subprodutos no estado. Sugere-se a formação de um banco de dados e informatização e automatização através de um sistema que permita a validação de dados, para evitar inconformidades e dados despadronizados. Um amplo controle do fluxo de subprodutos no Estado só será possível caso haja rastreabilidade desde a produção até o abate, que é onde se encerra o ciclo, com a transformação do animal em produtos comestíveis ou não comestíveis, mais de ampla aplicabilidade econômica. Recomenda-se a interligação do sistema de integração agropecuária, no seu módulo de controle de abate, com a emissão de documentos oficiais (CIS-E e GTSOA) para a saída do abatedouro e a existência de emissores dessas documentações em todos os municípios do Estado, assim como ocorre com as Guias de Trânsito Animal.</p>
Description: <p>86 f.</p><p>Dissertação (Mestrado em Defesa Sanitária Animal) - Universidade Estadual Do Maranhão,São Luís,2018. </p><p>Orientadora: Profa. Dra. Isabel Azevedo Carvalho</p><p> </p>
URI: http://repositorio.uema.br/123456789/1159
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